domingo, 24 de setembro de 2017

A GUERRA ESQUECIDA - Reportagem da TVI


COMANDOS PORTUGUESES NAS FORÇAS DA ONU EM ÁFRICA.

Militares portugueses atuam como força de reação rápida da ONU e intervieram numa operação contra rebeldes próximo de Bambari.

As ações de "importância vital" cumpridas há dias pelos militares portugueses contra rebeldes na República Centro Africana (RCA) foram alvo de louvor pelo ministro da Defesa, Azeredo Lopes, e pelo comandante da força da ONU.

Patrulhas de detecção e identificação dos alvos a atacar por helicópteros da ONU, troca de tiros e detenção de líderes rebeldes foram algumas das acções desenvolvidas pelo contingente português ao serviço da força da ONU na RCA (MINUSCA, sigla em inglês).

Fonte: Youtube e TVI24

ARQUIVO: OVNI no Oceano Atlântico

Imagem relacionada

3 de Março de 1964

O capitão Gill Parkson, do navio Sea Gull que navegava a 670 Kms a oeste dos Açores, fez o seguinte relatório : 

"O mar estava calmo e, subitamente, a 200 metros a bombordo vi a superfície da água dilatar-se e sair dela um grande cogumelo líquido que se elevou do oceano e um engenho de forma circular subiu para o céu a uma velocidade espantosa. 

Não tiro, evidentemente qualquer conclusão do fenómeno, conto-o tal e qual o observei.

Fonte: Os ovni na época contemporânea de B. Sánchez Bueno

Esqueceu-se do Facebook ligado? Desligue-o via smartphone


Já algumas vez lhe aconteceu aceder ao Facebook, a partir do PC de um amigo ou de um PC público, e esquecer-se de fazer logout (sair)? Esta é uma situação grave isto porque o nosso perfil pode ser usado indevidamente para as mais diversas situações (ex. publicação de fotos, calunias, ameaças, etc, etc).

Aprenda hoje como pode desligar o Facebook remotamente.

Teve a necessidade de aceder ao Facebook através de uma máquina que não é sua e “azar dos azares” esqueceu-se de terminar a sessão. No caso do Facebook e outros serviços online bastante populares, há forma de, remotamente terminar a sessão em qualquer dispositivo.

Como desativar a sessão do Facebook remotamente?

Na app Facebook para smartphone, basta ir as Definições e depois escolher Atalhos de Privacidade


Em seguida devem selecionar a opção Segurança e inicio de sessão e depois é só escolher o dispositivo onde têm a sessão iniciada e, carregando no três pontos na vertical, escolher a opção Terminar sessão.


Esta é uma pequena dica que pode ser muito útil quando simplesmente deixamos a nossa sessão do facebook activa em outra máquina. Convém também referir que, por questões de segurança, nunca devemos aceder, em máquinas que não nos pertencem, a serviços que requeiram credenciais. Se quiserem terminar sessão via PC podem seguir estas indicações.

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Cientistas explicam aparição de nuvem misteriosa no céu das Canárias


A 20 de setembro, os moradores de Santa Cruz de Tenerife se tornaram testemunhas de um curioso fenómeno atmosférico: uma nuvem em forma de disco voador sobrevoou a cidade e provocou uma onda de especulações sobre sua origem.

"Será que era um OVNI?", perguntaram internautas publicando várias fotos da nuvem nas redes sociais.

No entanto, apenas se trata de uma raridade meteorológica. O fenómeno é conhecido como nuvem lenticular que de vez em quando pode ser vista a partir do topo do Teide, nas ilhas Canárias, explicaram cientistas citadas pelo jornal espanhol La Vanguardia.

​Os especialistas adicionaram que para que se produzam nuvens desse tipo é necessário que haja interacção entre uma forte corrente de vento, uma montanha e uma massa de ar quente.


​Enquanto os pilotos de planadores procuram este tipo de nuvens para praticar o voo à vela, os pilotos de companhias aéreas as evitam devido às turbulências que provocam.

​Além disso, estas nuvens são consideradas presságios da aproximação de uma tempestade.


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Laboratório americano usa sol para criar combustível a partir do dióxido de carbono


O excesso de produção dióxido de carbono poderá em breve ser reciclado para fazer combustíveis, resolvendo dois problemas do mundo atual. Em vez de gastar os recursos finitos de combustíveis fósseis, o CO2 resultante da queima destes, que tem como consequência aumentar o estufo de estufa da atmosfera e subir a temperatura média do planeta, vai ser usado num ciclo para dar origem a novos combustíveis, incluindo etanol ou eteno.

Um grupo do Laboratório de Oak Ridge tinha feito uma descoberta acidental em que o CO2 era usado para criar etanol, mas neste caso do Departamento de Energia do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley (Berkeley Lab) foi mais longe, e conseguiu criar combustíveis usando um processo de fotossíntese mais eficiente que o feito pelas plantas de forma natural. Na prática, é como se o sol fosse usado diretamente para gerar elementos combustíveis.

Neste caso, os pesquisadores do Berkeley Lab usaram um conjunto de células fotovoltaicas acoplado a um sistema eletroquímico, com componentes otimizados que permitem reduzir as perdas energéticas. Ao mesmo tempo, estes dão origem a novas combinações de elementos, usando como base átomos de oxigénio, hidrogénio e carbono, como hidrocarbonetos e oxigenatos, produzidos diretamente pelo sistema. Esta conversão é ajudado pela forma de um dos elétrodos, um coral de dimensões microscópicas, feito de uma mistura de cobre e prata.

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Herbívoros, sim, mas também apreciavam marisco

Este dinossauro, afinal, não se alimentava só de vegetais
Dejetos fossilizados de hadrossaurus encontrados numa formação geológica nos Estados Unidos mostram vestígios de uma alimentação que incluía crustáceos e bivalves

Os grandes dinossauros herbívoros da família dos hadrosaurus, que tinham um focinho inconfundível, em forma de bico-de-pato, não seguiam, afinal, uma dieta exclusivamente vegetal, como se pensava até agora. Aqueles répteis gigantes há muito extintos eram herbívoros em part-time e, quando podiam, também se deliciavam com uns bons crustáceos e bivalves, e até com algumas espécies de insetos.

A descoberta, que foi feita por uma equipa de paleontólogos dos Estados Unidos e que é publicada esta sexta-feira na revista científica Scientific Reports, constituiu uma enorme surpresa para os cientistas. Se é verdade que contribui com novos traços para um retrato mais apurado daqueles dinossauros, o facto é que a descoberta mas também levanta novas questões.

"Pelo que sabemos destes dinossauros, este comportamento alimentar surge como completamente inesperado", afirmou Karen Chin, curadora para a área da paleontologia do Museu de História Natural Boulder, nos Estados Unidos, e uma das autoras do artigo na Scientific Reports.

"Isto foi tão surpreendente que nos levou a questionar a motivação deste comportamento", sublinhou a mesma investigadora. A resposta à pergunta parece ser, então, que a ingestão daqueles alimentos estaria relacionada com necessidades proteicas e de cálcio, eventualmente em contexto reprodutivo.

"Embora seja difícil provar que aqueles alimentos foram ingeridos propositadamente", e não por acidente ou por casualidade, "o facto é que os elementos lenhosos que estes dinossauros ingeriam eram propícios a albergar várias espécies de crustáceos e insetos, e que estes pequenos animais não lhes passariam despercebidos, e seriam até uma escolha propositada", notou ainda Karen Chin.

Foi ao analisar uma série de novos coprólitos, ou seja, de dejetos fossilizados dos animais, encontrados na formação geológica Grand Staircase-Escalante, no estado norte-americano do Utah, que a equipa descobriu os vestígios de crustáceos, bivalves e insetos, em pelo menos 10 deles.

A partir dos restos descobertos, a equipa não conseguiu identificar o tipo de crustáceos em causa, ou sequer perceber se teriam alguma similaridade com as espécies modernas, mas fica pelo menos a certeza de que aqueles herbívoros também ingeriam proteínas animais de vez em quando.

"Se tivéssemos encontrado um único coprólito com vestígios de crustáceos, ficaria a dúvida", assinalam os cientistas. Mas a descoberta de uma série daqueles dejetos com esses indícios aponta para uma certeza: pelo menos uma parte desses dinossauros considerados herbívoros não tinha uma dieta exclusivamente vegetal.

Fonte: DN

Há benefícios em usar a Wikipédia em trabalhos, diz o MIT

Há benefícios em usar a Wikipédia em trabalhos, diz o MIT

Investigação aponta que há uma relação entre o uso da plataforma digital e a probabilidade de um trabalho científico vir a ser referenciado.

Uma investigação levada a cabo pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e pela Universidade de Pittsburgh admite que há vantagens em usar a Wikipédia como suporte para trabalhos científicos e até de disponibilizar os trabalhos na plataforma digital.

“A nossa investigação mostra que os cientistas estão a usar a Wikipédia e que isso está a influenciar a forma como escrevem sobre a ciência que estão a fazer. A Wikipédia não é só um registo do que se está a passar na ciência, na verdade está a ajudar a moldar a ciência”, escreveu no comunicado um dos responsável pela investigação no MIT, o Professor Neil C. Thompson, de acordo com o The Next Web.

A equipa admite ter encontrado alguns desafios durante a investigação, citando sobretudo dificuldades a reunir dados uma vez que a maioria dos académicos não indica a Wikipédia como fonte.

Assim, os investigadores reuniram vários artigos académicos, tendo publicado metade na Wikipédia enquanto a outra permaneceu ausente. Passado algum tempo, os investigadores verificaram que os artigos que haviam submetido para a Wikipédia influenciaram posteriores trabalhos.

Fonte: NM

sábado, 23 de setembro de 2017

As ondas do Oceano Pacífico podem gerar a mesma eletricidade que 10 centrais nucleares


Embora o movimento da água do mar seja constante por todo o planeta, a sua energia é pouco aproveitada para utilização humana. Construir uma central maremotriz tem condicionalismos geológicos, que limitam a rentabilidade da produção de energia elétrica, mas o entusiasmo pelo conceito continua a crescer, com um cientista japonês a propor uma nova forma de aproveitar toda esta energia.

Correntes fortes e ondulação elevada obrigam muitas vezes a construir quebra-mares para proteger as costas da força destrutiva do oceano. Mas zonas com correntes fortes e ondulação elevada são ideais para a produção de energia elétrica. E o professor Tsumoru Shintake, do Instituto de Ciência e Tecnologia da Universidade de Okinawa, viu aqui uma oportunidade.

Aproveitando que 30 por cento da costa está coberta de quebra-mares (em Okinawa, a sua terra natal, protegem a ilha da corrente marítima que vem de Taiwan), Shintake quer instalar turbinas com um diâmetro de 70 cm junto a estas estruturas. O eixo da turbina vai estar ligado a um gerador magnético que vai transformar a força das ondas em energia elétrica. O cientista japonês acredita que, usando apenas um por cento da área costeira do Japão, vai ser possível gerar 10 GW de energia, o equivalente à produção de 10 centrais nucleares. Agora imaginem se as tivéssemos na costa portuguesa.

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Astrónomos encontram surpresa escondida na “noite” de Vénus


Vénus não é de todo o lugar mais convidativo para “se visitar” no Sistema Solar. O seu calor abrasador e a sua atmosfera corrosiva, fazem deste planeta um inferno tóxico. Se lá for, certifique-se que volta antes de anoitecer.

Vénus é o segundo planeta do Sistema Solar em ordem de distância a partir do Sol, orbitando-o a cada 224,7 dias. Sabe-se muitas coisas deste planeta, contudo os astrónomos acabaram de encontrar uma surpresa escondida no seu misterioso lado noturno.

Feita uma nova e mais pormenorizada análise ao misterioso lado noturno de Vénus – a metade escura impercetível que se afasta do Sol – revelou, com surpresa, que a atmosfera do planeta e as intensas ventanias são ainda mais caóticas quando o planeta está escondido nas sombras.

Esta é a primeira vez que conseguimos avaliar como a atmosfera circula no lado noturno de Vénus numa escala global. Embora a circulação atmosférica no dia do planeta tenha sido amplamente explorada, ainda havia muito a descobrir sobre o seu lado noturno.

Referiu o astrofísico Javier Peralta, da Japan Aerospace Exploration Agency (JAXA).


Noites que duram 243 dias terrestres

Este misterioso momento da noite foi ainda mais intrigante devido à sua considerável extensão. Isto porque Vénus gira apenas uma vez a cada 243 dias terrestres – um período de rotação mais lento que qualquer planeta no nosso Sistema Solar – e há muitas informações que desconhecemos sobre o que acontece com o clima quando o Sol se põe, uma espécie de noite que dura um longo tempo.

Para descobrir o mistério, a equipa de Peralta olhou para a escuridão venusiana recorrendo a um Espectrómetro de Imagem Térmica Visível e Infravermelho (VIRTIS), instalado na nave espacial Vénus Express, da ESA, que orbitou o planeta entre 2006 e 2014.

A atmosfera de Vénus é dominada por fortes ventos que se arrastam ao seu redor, até 60 vezes mais rápidos do que a rotação do próprio planeta. Esse fenómeno é chamado de “super rotação”, que os cientistas observaram ao monitorizar o movimento de nuvens brilhantes flutuando acima do planeta.

Passamos décadas a estudar esses ventos super rotativos ao acompanhar como as nuvens superiores se movem durante o dia – estas são claramente visíveis nas imagens adquiridas via luz ultravioleta. No entanto, os nossos modelos de Vénus permanecem incapazes de reproduzir esta super rotação, o que indica claramente que talvez faltem algumas peças deste quebra-cabeça.

Referiu Peralta.


VIRTIS trouxe imagens nunca vistas de Vénus

As emissões térmicas haviam sugerido, anteriormente, o movimento das nuvens mais altas na atmosfera de Vénus. Quanto ao que ocorria debaixo do dossel da nuvem, os cientistas não tinham conhecimento. Foi então, graças à Vénus Express, que agora há uma imagem mais clara.

O VIRTIS permitiu-nos observar essas nuvens com clareza pela primeira vez, permitindo-nos explorar o que as equipas anteriores não poderiam. Com isso, descobrimos resultados inesperados e surpreendentes.

Disse o astrónomo responsável por estas novas análises ao planeta.

Os modelos existentes da atmosfera previram que a super rotação ocorreu, em grande parte, da mesma forma nos lados do dia e da noite do planeta, mas a nova perspetiva infravermelha mostra que os ventos venusianos giratórios são realmente mais irregulares e caóticos quando o planeta se esconde do Sol.

A pesquisa da equipa mostra que o lado da noite produz nuvens volumosas, onduladas e irregulares em padrões de filamentos que não são observados no lado soalheiro. A equipa acredita que um fenómeno chamado de ondas estacionárias seja o responsável pelo efeito.

As ondas estacionárias são provavelmente o que chamaríamos de ondas de gravidade, ou seja, variações crescentes geradas em regiões mais baixas na atmosfera de Vénus, que parecem não se mover junto à rotação do planeta.

Disse um dos investigadores, Agustin Sánchez-Lavega, da Universidade do País Basco, na Espanha.

Essas ondas estão concentradas em áreas íngremes e montanhosas do planeta, o que sugere que a sua topografia está a afetar o que se desenrola bem acima nas nuvens.


Um inferno tóxico

Na verdade, não é a primeira vez que essas ondas gravitacionais foram observadas em Vénus, mas os novos dados sugerem que o fenómeno não se restringe exclusivamente às regiões elevadas do planeta, como as suas montanhas. No estudo, a VIRTIS observou áreas no hemisfério sul de Vénus, que geralmente é baixo em elevação. A equipa diz que as ondas de gravidade ainda influenciam os movimentos atmosféricos. Estranhamente, contudo, não houve evidência dessas movimentações nos níveis mais baixos da nuvem, a até 50 quilómetros acima da superfície.

Quanto ao motivo, a equipa continua sem certezas. Parece que, enquanto conquistamos melhores olhares das sombras, Vénus definitivamente ainda não desistiu de manter guardados todos os seus segredos.

Nós esperávamos encontrar essas ondas nos níveis mais baixos porque as vemos nas regiões superiores e pensamos que elas surgiram a partir da nuvem da superfície. É um resultado inesperado, com certeza, e todos precisamos rever os nossos modelos de Vénus para explorar o seu significado.

Concluiu um dos integrantes da equipa, Ricardo Hueso, da Universidade do País Basco, na Espanha.

As descobertas foram relatadas na Nature Astronomy.

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Pálido e sem olhos: Cientistas descobrem animal de género totalmente desconhecido


O Turkmenocampa mirabilis tem apenas alguns milímetros de comprimento, é pálido, quase transparente, não tem olhos e seus parentes mais próximos pertencem à classe dos artrópodes hexápodes.

Os cientistas encontraram espécimes de um ser vivo que não corresponde a nenhum género de animais antes conhecido. Se trata de um troglodita "mirabilis" que foi encontrado na caverna de Kaptarhana, no Turcomenistão, aponta um estudo publicado em Subterranean Biology.

A primeira criatura terrestre estritamente subterrânea registada neste país foi descoberta em cavernas próximo do monte Koytendag, uma área desértica que, segundo especialistas, pode abrigar muitas outras espécies desconhecidas. 

De acordo com os pesquisadores, a pequena criatura, baptizada como Turkmenocampa mirabilis, que significa maravilhosa criatura de Turcomenistão, tem poucos milímetros de comprimento. 

​Pálido e sem olhos — a sua aparência é semelhante à de vários insetos e seus familiares mais próximos, a classe de artrópodes hexápodes. 

O Turkmenocampa mirabilis, de acordo com os cientistas, não só representa uma nova espécie, mas também um novo género ou família de espécies.

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Objecto 'extraterrestre' misterioso é filmado nos céus da Grã-Bretanha

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Um objecto misterioso foi captado pela câmara de um morador da cidade de Frome, distrito de Somerset (sudoeste da Inglaterra), informa o Daily Mail.

O vídeo mostra três bolas laranja que se deslocam no céu e repetidamente mudam de direcção, seguidas de um rasto de luz branca brilhante.

O vídeo foi gravado por um morador local, Jeremy Le Fevre, no sábado passado, expressa o Daily Mail

De acordo com o tabloide Somerset Live, a zona parece ser um destino popular para os OVNIs, porque só durante a última década houve mais de 200 informações sobre objectos voadores não identificados nos céus da região.


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O planeta Vulcano não existe (e outras coisas que aprendemos com os eclipses)


Durante mais de meio século, cálculos de conceituados cientistas apontaram para a existência de um planeta na órbita entre Mercúrio e o Sol, que nunca chegou a ser localizado.

“Três chamas comeram o Sol, e grandes estrelas foram vistas“.

Assim reza o relato de um eclipse grafado num osso da antiga China. Quase 3.300 anos mais tarde, um astrónomo da NASA conseguiu identificar a data desse eclipse (1302 A.C.) e usar essa informação para calcular quanto é que a rotação da Terra tinha desacelerado desde então. Resposta: 47 milésimos de segundo por dia.

Esta não foi a primeira vez que os cientistas usaram informação recolhida durante um eclipse para fazer avançar o conhecimento científico.

Em 1919, os astrónomos usaram um eclipse para provar a Teoria da Relatividade de Einstein. Em 1878, os astrónomos aguardavam com grande ansiedade o épico eclipse solar que nesse ano presenteou todo o território dos Estados Unidos – na sombra do qual esperavam encontrar evidências de Vulcano, o misterioso planeta escondido.

Infelizmente para todos os fãs do capitão Kirk, não houve forma de encontrar quaisquer traços do mítico planeta. Vulcano continuou a ser o “planeta escondido” e a sua existência um dos mais desconcertantes fenómenos do Sistema Solar.

Procurado durante 56 anos, tornou-se um planeta hipotético, até que o físico alemão Albert Einstein o “expulsou” do céu com a Teoria da Relatividade.

“É um planeta, ou se preferir, um grupo de planetas menores que circulam na proximidade da órbita de Mercúrio”, propôs em 1859 Urbain Joseph Le Verrier, o mais famoso astrónomo do mundo à época e diretor do Observatório de Paris. Ele dizia que só um planeta “seria capaz de produzir a perturbação anómala sentida por Mercúrio”.

Le Verrier não foi o primeiro a suspeitar da presença do planeta escondido. Anos antes, em 1846, um diagrama do Sistema Solar elaborado para escolas e academias já indicava a presença de Vulcano. Mas foi a sólida reputação de Le Verrier que deu peso à hipótese da existência de Vulcano.

Treze anos antes de indicar a existência de Vulcano, Le Verrier já tinha apresentado à academia francesa a hipótese de um planeta que perturbava a órbita de Urano.

Enviou uma carta a Johann Galle, do Observatório de Berlim, que, ao recebê-la, a 23 de setembro de 1846, imediatamente se dedicou a encontrar o planeta até então desconhecido: era Neptuno e Le Verrier tinha apontado para a sua existência através de cálculos matemáticos.

Assim como Mercúrio, Urano também mostrava uma pequena discrepância na órbita que não podia ser explicada pela força da gravidade dos outros planetas e do Sol.

No entanto, a partir da lei da gravitação universal – formulada por Isaac Newton em 1687 – e supondo a presença e o movimento de um corpo celestial mais distante do que Urano, Le Verrier conseguiu não só descobrir um planeta novo como também se consagrou na posição de “astro” da ciência.

Para resolver a incógnita de Mercúrio, cujo periélio (o ponto em que um planeta se encontra mais próximo do Sol) parecia mudar ligeiramente a cada órbita, Le Verrier seguiu o mesmo método usado anteriormente.

Ao calcular a influência da atração gravitacional de Vénus, Terra, Marte e Júpiter, as previsões sobre a órbita de Mercúrio pareciam estar sempre ligeiramente erradas. Mercúrio nunca estava onde indicavam as projeções, baseadas nos conhecimentos da época.

A solução para o enigma deveria ser, como aconteceu no caso de Urano, a presença de um outro planeta, no caso, Vulcano. Só faltava encontrá-lo para provar sua existência.

Um passo promissor aconteceu quando Edmond Modeste Lescarbault, um médico com gosto por astronomia, observou com o seu telescópio um ponto preto que passava diante do Sol, anotando o tamanho, velocidade e duração da deslocação.

Passados alguns meses, depois de ler sobre o hipotético planeta de Le Verrier, enviou-lhe uma carta com todos os detalhes. O famoso astrónomo foi visitá-lo, verificou o equipamento e as notas do médico e anunciou com entusiasmo a descoberta de Vulcano, no início da década de 1860.

No entanto, ainda era necessária a confirmação de um especialista independente – e o novo planeta era extremamente difícil de detetar. Vulcano parecia ser um dos últimos enigmas do Sistema Solar e tornou-se um dos corpos celestes mais procurados da astronomia.

Ao longo dos anos, astrónomos profissionais e amadores anunciaram ter avistado Vulcano. Mas a existência do planeta foi confirmada e negada várias vezes. A imprensa divulgou a notícia da sua existência mais do que uma vez e a especulação persistiu até o século 20, mais precisamente até novembro de 1915.

A busca por Vulcano acabou por ter um fim na Academia Prussiana de Ciências, quando Albert Einstein alterou a visão corrente sobre o Universo com a Teoria da Relatividade. Pouco antes de apresentar a teoria, Einstein usou-a para explicar a discrepância na órbita de Mercúrio.

“Einstein não só disse os meus cálculos são melhores, como ainda disse que é preciso mudar completamente a ideia que têm das características da realidade“, explicou Thomas Levenson, professor do MIT, nos EUA, e autor do livro “The Hunt for Vulcan”.

O cerne da Teoria da Relatividade de Einstein é que o espaço e o tempo não são estáticos. Para justificar quão peculiar é a órbita de Mercúrio, Einstein argumenta que um objeto maciço, no caso o Sol, foi capaz de dobrar o espaço e o tempo e ainda alterar o caminho da luz, de modo que um raio, quando passa próximo ao Sol, viaja por um caminho curvo.

Com os cálculos, Einstein demonstrou que a relatividade geral predizia a diferença observada no periélio mercuriano. “Negar a existência de Vulcano foi central para Einstein, porque mostrou que essa sua ideia estranha e radicalmente nova de que o espaço e tempo fluem é realmente o caminho certo para ver o Universo”, disse Levenson.

Mercúrio, de acordo com a teoria de Einstein, não tinha a órbita alterada por nenhum outro objeto. Simplesmente, moveu-se através de um espaço-tempo distorcido. Assim, “Vulcano foi expulso do céu astronómico para sempre”, escreveu o mestre Isaac Asimov no ensaio científico O Planeta Que Não Era, de 1975.

Depois disso, as técnicas de observação das estrelas evoluíram, os instrumentos tornaram-se melhores. Plutão deixou de ser planeta para voltar a sê-lo (embora anão), foi descoberto o Planeta 9, há quem diga que estamos à beira de descobrir ainda o Planeta X – e tal como previra Einstein, nem vestígios de Vulcano.

E os românticos que ainda esperavam vislumbrar Vulcano na sombra do épico eclipse que no passado dia 21 de agosto cobriu parte da Terra, apenas encontram evidência de que Einstein tinha razão: o planeta está escondido porque não existe.

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BOOM!!! ALELUIA!!!


sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Esqueça os iates de luxo: Submarinos são a mais recente extravagância dos super ricos


Chama-se M7, tem 300 metros de comprimento e todas as comodidades de um iate comum. Mas tem duas características que o tornam único: o facto de ser um submarino e de custar 2,3 mil milhões de euros.

A empresa austríaca Migaloo Private Submersible Yachts quer cativar os milionários com uma nova extravagância, o M7, um iate-submarino com 300 metros de comprimento que está dotado de todas as comodidades de um iate de luxo, conforme escreve o espanhol El Economista.

Entre os destaques maiores deste novo “brinquedo” contam-se uma suite principal de três pisos, oito camarotes VIP para convidados, sala de cinema, ginásio spa com jacuzzi, diversas salas de estar e salas de refeição com bar incluído. A tripulação não foi esquecida: para eles estão reservados camarotes, cozinha, sala de máquinas, sala de navegação para o capitão, ginásio e lavandaria.

O exterior também terá várias comodidades, como um generoso heliporto, um solário com tetos amovíveis, uma piscina de oito metros de comprimento e um beach club de dois pisos que se desdobra sobre o mar para permitir o acesso direto ao oceano.

Como seria de esperar, este iate-submarino será extremamente caro. Christian Gumpold, CEO da Migaloo, afirma que cada embarcação deverá custar na razão dos 2,3 mil milhões de dólares, pouco menos de dois mil milhões de euros, “o que fará deste o objeto privado mais caro do mundo”, assegura Gumpold ao jornal espanhol.

Este não é, no entanto, exemplo único, numa indústria que dá os primeiros passos. E se L. Bruce Jones, fundador e CEO da Triton Submarines, afirma que neste momento a sua empresa não está a desenvolver nenhum novo produto, a holandesa Ocean Submarine prepara-se para entregar a um cliente muito rico um submarino VIP, o Neyk L3. Apesar de ter apenas 19 metros de comprimento, o L3 acomoda até 20 passageiros e oferecerá ainda bar, biblioteca e cozinha. O preço também não se compara com o do M7, custando “apenas” 20 milhões de euros.

Fonte: JE

A NASA É OBRIGADA A JUSTIFICAR-SE SOBRE O “FIM DO MUNDO” PREVISTO PARA AMANHÃ!

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A NASA é obrigada a justificar-se sobre o "fim do mundo" previsto para amanhã!

A NASA foi forçada a atualizar seu site por causa de uma teoria da conspiração de que o fim do mundo poderia chegar no dia 23 de setembro por causa de um planeta que ameaça colidir com a Terra.

Embora exagerada, a teoria sobre um planeta misterioso chamado Niburu ou Planet X ganhou tanta importância entre os usuários da Internet que a NASA pensou que oportuno dar uma resposta séria às preocupações do público.

A NASA explica mais ou menos o que vai acontecerá no dia 23 de setembro: "nada".

Aqui estão as palavras usadas pela NASA no seu site: "Muitas pessoas" preveem "que nosso mundo acabará no dia 23 de setembro quando outro planeta entrará em colisão com a Terra. Niburu não existe, não haverá colisão. "A história de Niburu circula há anos e é regularmente reciclada para novas fábulas apocalípticas".

Lembre-se de que a teoria sobre Niburu vem de um homem chamado David Meade.

O último afirma ter descoberto a profecia perturbadora numa passagem na Bíblia: "E um grande sinal apareceu no céu, uma mulher vestida com o sol, sob os pés dos quais estava a lua e na cabeça uma coroa de doze estrelas. Estava grávida, e ela chorava com dores de parto ... "

Esta não é a primeira vez que a NASA responde às preocupações do público sobre o Niburu.

Em 2012, ela teve que se prestar ao mesmo exercício.

A NASA afirma que o engano em torno de Niburu teria nascido em 2003 e, graças à web, isso persistiu ao longo dos anos.

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'Tempos violentos chegarão': alerta de Apocalipse assusta espectadores nos EUA

Apocalipse

Cuidado, Apocalipse está a chegar! "Entendam, tempos extremamente violentos chegarão", adverte uma voz masculina arrepiante num anúncio que surgiu de repente numa TV local californiana.

Alguns moradores do condado de Orange, Califórnia, foram testemunhas de um alerta misterioso que interrompeu a transmissão na TV local em 21 de setembro.

"Entendam, tempos extremamente violentos chegarão", declarou a voz masculina no anúncio que apareceu no canal HGTV.

"Soou quase como se Hitler falasse", diz uma das testemunhas, Stacy Laflamme, ao portal Orange County Register.

O porta-voz do canal, por sua vez, explicou que se tratou de um simples teste de transmissão de alerta de emergência que, por causa de uma falha técnica, durou um pouco mais e a voz que acompanhava o anúncio foi apenas um ficheiro de áudio errado incluído no alerta.



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ARQUIVO: Ovnis observados por pilotos da FAP

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Pilotos de aeronaves vêem com frequência OVNIs sobrevoando África

Castelo-Branco também mantém em seus volumosos arquivos o caso de um estranho show aéreo que foi observado pelos tripulantes e passageiros de um DC-6 da Força Aérea Portuguesa, durante um voo entre Guiné-Bissau e Luanda, capital de Angola, a 16.000 metros de altitude. 

Segundo o tenente aviador Telmo Xavier Matos, dois objectos esféricos de cor branca se mantiveram em uma posição estacionária em relação ao avião – e às vezes passavam por cima da aeronave. 

Durante o avistamento, que durou cinco minutos, as esferas se afastavam e se aproximavam uma da outra, e logo se cruzaram, passando cada uma para o lado contrário. 

Depois de acompanhar o DC-6 por algum tempo, se separaram com uma tremenda velocidade e sumiram.

Fonte: Arquivo da Revista UFO

O fim do mundo talvez não seja amanhã, mas poderá ser em breve


Talvez seja um pouco exagerado o anúncio de que amanhã o mundo vai acabar, mas, se a humanidade não mudar nada na forma como vive no planeta Terra, talvez o fim esteja mais próximo do que seria de esperar. São cientistas que o dizem.

De quando em quando, lá aparece uma notícia de que o mundo vai acabar amanhã. Sábado, 23 de setembro de 2017 é a última data anunciada para o fim dos tempos.

Talvez seja um pouco exagerado, mas talvez também seja altura de se pensar a sério no que estamos a fazer ao planeta Terra.

Ao contrário do que defende Donald Trump e os seus seguidores, as alterações climáticas e o aquecimento global são um facto e não só o relógio está a contar – tic tac, tic tac, tic tac – como a Terra está a dar sinais cada vez mais evidentes do seu mau-estar. Os terramotos, furacões, tufões e tempestades dos últimos tempos podem ser encarados como avisos.

Um geofísico norte-americano, Daniel Rothman, defende que, a continuarmos a ignorar o problema, o fim do mundo pode estar mais próximo do que seria de esperar (veja o vídeo).

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SetPoint – Implantes elétricos para substituir medicamentos

 Implantes elétricos para substituir medicamentos

A tecnologia na medicina está em velocidade cruzeiro e são muitas as novidades que o mundo deverá acolher, fruto da investigação em curso. Desde os dispositivos artificiais que substituem os nossos órgãos como auxiliares desses próprios órgãos, tudo tem sido alvo de uma investigação profunda.

Agora, a SetPoint Medical quer implementar um dispositivo semelhante a um pacemaker que “hackeia” os circuitos neuronais do corpo com o intuito de aliviar os sintomas de doenças da artrite reumatóide ou mesmo a doença de Crohn, segundo os investigadores.

Esta poderá ser uma nova e moderna abordagem para lidar com uma série de doenças, recorrendo a um implante elétrico. Este implante poderá, eventualmente, reduzir ou mesmo acabar com a medicação nalguns pacientes. Segundo os investigadores, esta tecnologia baseia-se na estimulação elétrica do nervo vago – um feixe de fibras nervosas que corre do cérebro para o abdómen, ramificando-se para vários órgãos, incluindo o coração, baço, pulmões e intestino. Este nervo transmite sinais dos órgãos do corpo para o cérebro e vice-versa.

SetPoint como pacemaker

O dispositivo funcionaria tal como funciona um pacemaker. Seria implantado abaixo da clavícula esquerda com fios que correm para o nervo vago no pescoço. Esta técnica é já usada para combater a epilepsia e a depressão resistentes ao tratamento.


A técnica apresentada pelos investigadores assenta na premissa de “hackear”, isto é, de modificar os circuitos neuronais do corpo, podendo com isso obter um alívio de sintomas de doenças, incluindo artrite reumatóide e doença de Crohn, tocando num ponto recentemente descoberto entre o cérebro e o sistema imunológico.

Esta técnica poderia trazer esperança para aqueles com condições atualmente intratáveis, ao mesmo tempo que aumenta a possibilidade noutros casos de reduzir drasticamente a medicação, ou mesmo cortá-la completamente.

“Na sua vida e na minha, vamos ver milhões de pessoas com dispositivos para que não tenham que tomar drogas”

Referiu Kevin Tracey, presidente do Instituto Feinstein para a Pesquisa Médica e cofundador da empresa de bioeletrónica, SetPoint Medical.

Entre os estudos que alimentam a emoção, a pesquisa foi publicada por Tracey e colegas no ano: dos 17 pacientes com artrite reumatoide envolvidos num ensaio clínico, mais de dois terços apresentaram uma redução de pelo menos 20% na sua doença, com duas remissões.

“Dentro de seis semanas não senti nenhuma dor. O inchaço desapareceu. Eu vou andar de bicicleta, andar com o cão e conduzir o meu carro. É como magia”

Palavras de Monique Robroek, à Sky News, participante na pesquisa da equipa.


A era da Bioeletrónica

Apelidado de “bioeletrónica”, o campo não é um caso fraternal. Existem grupos de pesquisa em todo o mundo, bem como empresas, incluindo a General Electric, a GlaxoSmithKline e a Google, a lutar por este segmento. O US National Institutes of Health também concedeu 20 milhões de dólares para a investigação neste campo.

A premissa é nova. Enquanto a medicina convencional procura enfrentar a presença de certas moléculas problemáticas recorrendo a drogas, a bioeletrónica parece manipular os circuitos neuronais por detrás da liberação de tais moléculas. “Cada célula do corpo está dentro da distância de grito de um neurónio”, disse Tracey.

A abordagem baseia-se no chamado “reflexo inflamatório” – um processo descoberto por Tracey pelo qual a informação sobre danos e inflamação nos tecidos é enviada para o cérebro através do nervo vago, que então envia sinais de volta aos órgãos para amortecer a inflamação.

“É realmente emocionante porque durante décadas nós pensamos que o cérebro não tinha influência no nosso sistema imunológico.”

Referiu Matthijs Kox, especialista em respostas imunes do centro médico da universidade Radboud, na Holanda.


A chave para abordar doenças como a artrite reumatóide é o Fator de Necrose Tumoral (TNF) – uma substância envolvida em inflamação que é libertada principalmente de glóbulos brancos chamados macrófagos, encontrados no baço e noutros lugares do corpo.

As drogas atualmente utilizadas para se ligar ao TNF e bloquear a sua atividade são grandes negócios, mas não funcionam para todos e os efeitos colaterais podem incluir um risco aumentado de cancro.

A abordagem bioeletrónica, por outro lado, utiliza a estimulação do nervo vago para desligar a liberação do TNF. Acredita-se que a rota seja indireta, com o nervo vago ativado que se comunica com os nervos no baço, aumentando a liberação de neurotransmissores. Isso tem um efeito knock-on (estimular) sobre células imunes conhecidas como células T, aumentando a liberação de substâncias que, por sua vez, reduzem a liberação de TNF de macrófagos.

No entanto, o investigador observa que esta via é provavelmente mais complexa, com as pesquisas a sugerir que os neurotransmissores do próprio nervo vago também possam afetar diretamente os macrófagos.

E enquanto Tracey e outros mostraram tal ligação entre a ativação do nervo vago e os níveis de TNF nos roedores, a investigação nos humanos permanece limitada. “Há muitos exemplos e desconhecidos”, disse Kox, acrescentando que o estudo de Tracey e colegas envolveu relativamente poucas pessoas.

Mas isso significa que essas doenças autoimunes poderiam, pelo menos em parte, ser um problema com a atividade do nervo vago? Talvez, diz Tracey.



Nervo Vago e a frequência cardíaca

O nervo vago é o principal controlo da frequência cardíaca e a investigação descobriu que pacientes com artrite reumatóide, e aqueles em risco de doença, apresentam maior frequência cardíaca do que indivíduos saudáveis. “Alguns argumentariam que as deficiências do nervo vago são conhecidas há décadas”, disse Tracey. “[Mas] todos pensaram que isso foi causado pela doença”.

Enquanto a Kox está entusiasmada com o campo da bioeletrónica, referiu que a sua própria pesquisa na última parte do caminho proposto mostrou resultados mistos.

Há, contudo, casos de maior sucesso, isto é, numa investigação piloto no Reino Unido, que envolveu 15 pessoas com a doença do sistema imunológico Síndrome de Sjögren, os resultados foram muito promissores.


“Ligação” com 100.000 fibras nervosas

Enquanto o nervo vago é embalado com mais de 100.000 fibras nervosas “como um cabo transatlântico”, Tracey observa que menos de 2.000 estão ligadas ao baço com estas fibras de “limiar baixo” – uma característica que significa que estas fibras podem ser direcionadas especificamente.

“Nós podemos colocar uma algema em todo o nervo, mas se se colocar uma pequena quantidade de corrente, as únicas fibras que são estimuladas são as de “limiar baixo”.

Disse Tracey, acrescentando que a frequência da corrente e a sua amplitude também pode ser modificada. Isso poderia oferecer mais opções de aprimorar a ativação e direcionar respostas específicas.

Dito isto, descobrir exatamente o que a combinação desencadeia, quais respostas não são significativas e a descodificação dos sinais é um projeto em andamento. Contudo o investigador acredita que os novos tratamentos podem ajudar a combater condições tão diversas como a diabetes, hipertensão arterial, cancro, etc…: “Esta é a ponta do iceberg”.

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ARQUIVO: O incidente OVNI sobre Montejunto


2 de novembro de 1982

A 2 de Novembro de 1982 o incidente sobre Montejunto com dois pilotos da FAP da Base Aérea Nº 2 da OTA com aviões Chipmunk. 

Os documentos resultantes do relatório mantêm-se secretos apesar de terem sido enviadas cópias a um grupo especial de investigação da NATO.

Na imagem da esquerda, um dos pilotos intervenientes na observação do objecto 
(à direita) objecto avistado sobre a região de Montejunto 

Este incidente aéreo não-identificado constitui sem dúvida, pelo seu alto nível de credibilidade e estranheza, um dos mais significativos da história da fenomenologia aérea não-classificada, nacional e internacional.

Tanto as condições de observação como o nível das capacidades e acuinidades técnico-profissionais das testemunhas envolvidas (três pilotos da Força Aérea Portuguesa).

O objecto começou a descrever círculos... Naquela manhã, o dia estava transparente e luminoso, com o céu limpo e visibilidade ilimitada. Três pilotos da FAP saíram da base aérea nº 2, situada na Ota, com destino ás suas zonas de treino. 

O Tenente Júlio Guerra começou por aperceber-se, cerca das 10:50, da presença de um objecto brilhante deslocando-se de norte para sul, a baixa altitude, sobre a região de Vila Verde dos Francos, serra de Montejunto.

Subitamente o referido objecto elevou-se bruscamente e colocou-se à mesma altitude do avião militar, uns 1500 metros. "Tratava-se de um objecto que parecia uma grande «bolha de mercúrio» constituída por dois hemisférios, sendo o inferior de cor avermelhada, metálica e brilhante. Na junção dos dois hemisférios, e no sentido equatorial, tinha uma espécie de protuberâncias. Teria cerca de dois metros de diâmetro real", explicou o tenente Guerra. 

A grande velocidade o engenho começou a descrever círculos em redor do monomotor, obrigando o piloto a fazer curvas apertadas para não o perder de vista. As tripulações das outras naves militares foram alertadas, bem como a torre da Base Aérea nº 2.

Inicialmente, o relato do tenente Guerra mereceu apenas alguns gracejos habituais nestas circunstâncias. Felizmente, cerca das 11:05, dois outros pilotos, tripulando uma outra aeronave, resolveram verificar com os seus próprios olhos a que se devia a excitação do seu camarada de profissão. 

Eram eles os alferes Carlos Garcês e António Gomes. Dupla perseguição ao desconhecido, enquanto o segundo avião não chegou ao local o tenente Guerra ia-se dando conta das incríveis evoluções e acelerações do pequeno objecto voador. 

Os cálculos efectuados sugerem que o engenho desconhecido levava sensivelmente meio-minuto a descrever uma volta com o diâmetro de 7 km e um perímetro na ordem dos 21 kms. 

Contas feitas, a sua velocidade média ultrapassa os 2500 kms/hora! A partir do momento em que a segunda aeronave militar se juntou à do tenente Guerra, os outros dois pilotos puderam também seguir as suas evoluções.
Nesta altura, o tenente Guerra tentou, com algum risco, interceptar o engenho, mas este desviou-se e, animado de grande velocidade, descreveu uma última curva e afastou-se para sudoeste, perdendo-se da vista dos três pilotos. Eram 11 horas e 15 minutos. 

Fonte: «Anomalia - Volume 3 de 1995» e Portugal Misterioso, selecções do Reader's Digest

Página de José Garrido
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