domingo, 22 de outubro de 2017

Nibiru em breve será "visível como a lua" antes que os raios abrasem a Terra, diz o astrónomo

Nibiru-PlanetX

Um sistema planetário MÍSTICO brevemente será tão evidente e visível para nós quanto a Lua, segundo um astrónomo.

Gill Broussard afirmou que os astrónomos amadores brevemente divulgarão a existência do lendário sistema Planeta X ou Nibiru, antes de uma cobertura global para negar a sua existência seja divulgada.

A internet permanece inundada com a teoria da conspiração afirma que o sistema em breve passará pela Terra.

O Planeta X ou Nibiru é um enorme planeta com uma vasta órbita que os teóricos da conspiração afirmam que um dia passará tão perto da Terra que sua atração gravitacional poderia causar estragos em nosso planeta, provocando terramotos e outros eventos catastróficos.

Algumas pessoas afirmam ter já captaram na câmara, mas as imagens parecem ser manchas indistinguíveis.

Os governos estão escondendo o planeta X

Broussard, um astrónomo amador e pesquisador do Nibiru, disse que ainda não viu uma imagem genuína do sistema Nibiru, apesar de ter divulgado milhares de suspeições.

Ele disse: "Quando aparecer, teremos um conjunto completo de imagens, como quando olhamos para a Lua, Marte ou Júpiter - teremos imagens detalhadas sobre isto.

"Nós vamos reconhecê-lo como um novo planeta, será tão real como tal uma vez que você pode ver.

"Você verá tudo e será visto em todo o mundo, não apenas por alguém em seu quintal".

Misteriosas mortes de cientistas que "encontraram o Planeta X"

Broussard foi entrevistado num vídeo do YouTube por colegas teóricos da conspiração e pelo fundamentalista cristão Paul Begley.

O Sr. Begley disse: "Você acredita que o governo teve conhecimento sobre isto e esteve a estudar o assunto durante muito tempo ... eles estão cientes disto e que isto irá acontecer?"

O Sr. Broussard afirmou por este ponto, uma vez que foi encoberto, os governos mundiais teriam de se mudar para bunkers subterrâneos pré-construídos, e haveria lei marcial com racionamento de comida e dinheiro na superfície do solo.

O mito do Nibiru nasceu em 1976, quando o escritor Zecharia Sitchin afirmou que duas antigas culturas do Oriente Médio - os Babilónios e os Sumérios - contavam sobre um planeta gigante - Nibiru - que orbitava o Sol a cada 3600 anos.

A NASA insiste que os crentes como o Sr. Broussard estão completamente errados, e o mito de Nibiru é um engano na internet.

Cientista da TV quebra o silêncio sobre o Planeta X

O cientista da Nasa, David Morrison, disse: "Não há evidências credíveis quanto à existência de Nibiru. Não há imagens, nem rastreamento, nem observações astronómicas.

"Posso dizer de forma bastante específica como sabemos que o Planeta X ou Nibiru não existe e não ameaça a Terra.

"Em primeiro lugar, se houvesse um planeta no sistema solar interno que se aproximasse da Terra, já seria dentro da órbita de Marte, seria brilhante, seria facilmente visível a olho nu - seria fácil ver isso, todos nós poderíamos ver isso ".

O Sr. Broussard está envolvido num site que promove a venda de um vídeo que toca suas pesquisas, e também pede doações para ajudar a financiar mais estudos do Planeta X.

VIDEOS:




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sábado, 21 de outubro de 2017

Estudo mostra como a água pode ter corrido à superfície de um planeta Marte jovem, frio e gelado


Uma investigação levada a cabo por cientistas planetários da Universidade de Brown descobriu que o derretimento de camadas de gelo num frio planeta Marte do passado terá formado água suficiente para esculpir os antigos vales e leitos vistos atualmente no planeta.

Para os cientistas que tentam entender o aspeto passado de Marte, o Planeta Vermelho fornece alguns sinais confusos. Os vales esculpidos por água e os leitos deixam poucas dúvidas de que a água já fluiu à superfície. Mas os modelos climáticos para o passado de Marte sugerem que as temperaturas médias em todo o planeta ficavam bem abaixo do ponto de congelamento.

Um estudo recente liderado por geólogos da Universidade Brown apresenta uma ponte potencial entre a história “quente e húmida” contada pela geologia marciana e o passado “frio e gelado” sugerido pelos modelos atmosféricos.

O estudo mostra que é plausível, mesmo que Marte estivesse no geral congelado, que o pico das temperaturas diárias no verão pudesse subir acima de zero o suficiente para provocar o derretimento nos bordos dos glaciares. Essa água derretida, produzida em quantidades relativamente pequenas ano após ano, poderia ter sido suficiente para esculpir as características observadas no planeta hoje, concluem os investigadores.

O estudo foi publicado online na revista Icarus. Ashley Palumbo, estudante de doutoramento da Universidade Brown e líder do estudo, diz que a investigação foi inspirada pela dinâmica climática encontrada na Terra.

“Nós vemos isto nos Vales Secos Antárticos, onde a variação sazonal da temperatura é suficiente para formar e sustentar lagos, mesmo que a temperatura média anual permaneça bem abaixo de zero. Nós queríamos ver se algo semelhante era possível no passado de Marte”, comenta Palumbo.

Os cientistas começaram com um modelo climático de Marte topo-de-grama – um que assume que a atmosfera antiga era composta principalmente por dióxido de carbono (como é hoje). O modelo geralmente produz um Marte frio e gelado, em parte porque pensa-se que a energia do Sol era muito mais fraca no início da história do Sistema Solar.

Os investigadores correram o modelo para um amplo conjunto de parâmetros e variáveis que podem ter sido importantes há cerca de 4 mil milhões de anos, quando as icónicas redes de vales nas terras altas do sul do planeta foram formadas.

Apesar dos cientistas concordarem, no geral, que a atmosfera marciana era mais espessa no passado, não se sabe quão espessa realmente era. Da mesma forma, enquanto a maioria dos cientistas concorda que a atmosfera era constituída principalmente por dióxido de carbono, podiam também existir pequenas quantidades de outros gases de efeito de estufa. De modo que Palumbo e os colegas correram o modelo com várias espessuras atmosféricas plausíveis e quantidades extra de efeito de estufa.

Também não se sabe exatamente o aspeto das variações da órbita de Marte há 4 mil milhões de anos, de modo que os investigadores testaram uma série de cenários orbitais plausíveis. Testaram diferentes graus de inclinação axial, que influenciam a quantidade de luz solar que as latitudes superiores e inferiores do planeta recebem, bem como diferentes graus de excentricidade – a medida em que a órbita do planeta em redor do Sol se desvia de um círculo, o que pode ampliar as mudanças sazonais de temperatura.

O modelo produziu cenários em que o gelo cobria a região perto da localização das redes de vales. E enquanto a temperatura média anual do planeta nesses cenários permanecia bem abaixo de zero, o modelo produziu temperaturas máximas de verão, nas terras altas a sul, que subiram acima de zero.

Para que o mecanismo possa explicar as redes de vales, este deve produzir o volume correto de água no tempo de formação da rede de vales, e a água deve percorrer a superfície a taxas comparáveis às exigidas para as incisões na rede de vales. Há alguns anos, Jim Head, coautor do presente estudo e Eliot Rosenberg, na altura estudante de Brown, publicaram uma estimativa da quantidade mínima de água necessária para esculpir o maior dos vales de Marte.

Usando essa estimativa como guia, juntamente com as estimativas das taxas de escoamento e da duração da formação da rede de vales obtidas por outros estudos, Palumbo mostrou que o modelo se adapta a um cenário altamente excêntrico. Esse grau de excentricidade necessária fica bem dentro da gama de órbitas possíveis para Marte há 4 mil milhões de anos, comenta Palumbo.

Como um todo, realça Palumbo, os resultados fornecem um potencial meio de conciliar as evidências geológicas de água corrente no passado de Marte com as evidências atmosféricas de um planeta frio e gelado.

“Este trabalho acrescenta uma hipótese plausível para explicar a forma como a água líquida pode ter-se formado no início de Marte, de forma semelhante ao derretimento sazonal que produz os rios e lagos que observamos durante o nosso trabalho de campo nos Vales Secos Antárticos de McMurdo. Estamos atualmente a explorar candidatos adicionais a mecanismos de aquecimento, incluindo vulcanismo e crateras de impacto, que também podem contribuir para o derretimento de um Marte jovem, frio e gelado”, explica Head.

Apesar do trabalho não encerrar o debate “frio e gelado” vs. “quente e molhado”, ilustra que um Marte jovem e principalmente gelado é uma possibilidade distinta.

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Os extraterrestres não nos contactam porque nem sabem que há estrelas


A humanidade ainda não entrou em contacto com civilizações alienígenas e não encontrou vestígios de vida extraterrestre porque a maior parte dos planetas potencialmente habitáveis faz parte da categoria de mundos aquáticos cobertos de gelo.

Segundo o cientista planetário Alan Stern, líder da missão New Horizons para Plutão, “osmundos aquáticos são um dos melhores ambientes para o nascimento de vida. Os clarões de supernovas, os meteoritos, mudanças climáticas e outros acontecimentos que podem eliminar a vida na Terra não os ameaçam”, explicou Stern.

Nos anos 60 do século passado, o astrónomo norte-americano, Francis Drake, criou uma fórmula para calcular o potencial número de civilizações extraterrestres existentes.

Entretanto, o físico Enrico Fermi, em resposta a uma avaliação da probabilidade bastante alta de contatos interplanetários, prognosticada pela Equação de Drake, desenvolveu uma tese, conhecida agora como o Paradoxo de Fermi: se as civilizações extraterrestres são tão numerosas, por que é que a humanidade não encontra nenhuma prova?

Os cientistas procuraram resolver esse paradoxo de várias formas, o mais popular era a hipótese da “Terra única“. Segundo essa teoria, o surgimento dos seres inteligentes requer condições únicas, ou seja, uma cópia exata do nosso planeta.

Outros astrónomos acreditam que seja impossível entrar em contacto com os extraterrestres, pois civilizações galácticas desaparecem demasiado rápido para podermos detetá-las ou estão escrupulosamente a esconder a sua presença da humanidade.

Stern propôs a sua própria explicação do paradoxo Fermi, que não exige a existência de civilizações inteligentes ou justificação da unicidade da Terra.

Examinando as listas de exoplanetas que estão na chamada “zona habitável”, uma zona na órbita onde a água pode ficar em estado líquido, o cientista planetário da NASA notou que muitos planetas, parecidos à Terra, não são corpos celestes rochosos, mas mundos aquáticos. Esses planetas podem ser completamente cobertos de água no estado líquido ou de gelo, debaixo do qual há um oceano semelhante aos dos satélites de Júpiter ou Saturno.

Segundo o cientista, as condições climáticas nesses planetas são mais favoráveis para o nascimento e desenvolvimento de vida. Assim, Alan Stern considera que possivelmente a vida em tais planetas exista nas profundezas oceânicas.

“Habitantes dos mundos desse tipo nem suspeitam que no universo há estrelas, espaço e outros planetas. Por isso nem eles nem nós sabemos da existência uns dos outros”, concluiu o cientista.

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Imagens de criatura muito estranha na Malásia 'incendeiam' Internet

Foto de Hanafi Maini.

A suposta cria de um animal com traços humanos, que teria sido encontrada nas florestas da Malásia, infundiu o terror àqueles que viram as fotos inquietantes, informa o RT.

A Polícia da Malásia teve que determinar os factos em torno da alegada descoberta nas florestas do estado de Pahang de uma criatura com traços humanos depois que as imagens assustadoras se espalharam pelas redes sociais e chamaram a atenção de todo o mundo.

O chefe da polícia do estado, Datuk Rosli Abdul Rahman, assegurou que as fotos da criatura são falsas e que, com toda a probabilidade, a origem das imagens foi a própria Internet. A comunicação social local divulgou a informação policial a13 de outubro, informa o RT.

Foto de Hanafi Maini.

Foto de Hanafi Maini.

"As verificações revelaram que as imagens foram baixadas da Internet e depois compartilhadas nas redes sociais, afirmando-se que foram feitas em Pahang", assegurou o representante das autoridades citado pelo jornal da Malásia News Straits Times.

Afinal, a criatura assustadora que supostamente vive nas florestas da Malásia era um homem-lobo de silicone, um brinquedo vendido numa loja online.

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A incrível moto elétrica que nunca cai

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Um simples olhar sobre as características da C-1 é suficiente para convencer a maioria dos céticos. É um veículo de duas rodas, completamente coberto e com um sistema de estabilidade suportado por giroscópios que tornam tão difícil de se virar como um carro.

O “USA Today” chamou-lhe o "Steve Jobs" dos veículos motorizados. E a revista “Forbes” saudou com entusiasmo o facto do projeto de Daniel Kim ter obtido um milhão de dólares na sua primeira ronda de financiamento. Assim, pode dizer-se que a Lit Motors nasceu com bons presságios. E, uma vez visto o resultado do que será o primeiro modelo no mercado do seu C-1, parece que não irá defraudar as expectativas criadas.

Como muitas outras crianças, a paixão de Kim pela construção de coisas e pelo empreendedorismo nasceu com o Lego. Mas, ao contrário do resto dos jovens que abandonam o seu hobby quando atingem a idade adulta, o que Kim deixou foram os seus estudos universitários - Biologia e Física - para trabalhar como mecânico numa oficina. A sua ideia era montar coisas, dar forma a projetos e, porque não, reinventar o transporte humano. Antes de fundar a Lit Motors, Daniel realizou uma viagem solitária à volta do mundo durante 12 meses que o levou a visitar 106 países, de onde regressou com uma evidência - a maioria das pessoas no planeta move-se com veículos de duas rodas - e uma visão: ele iria encarregar-se de fabricar o meio de transporte do futuro.

Determinado a realizar o seu projeto, Kim voltou para a universidade e formou-se em Design e Transporte Sustentável. E nasceram os primeiros esboços da moto elétrica que colocou a Lit Motors no mapa das empresas a ter em consideração nos próximos anos. Há aqueles que poderiam considerar que tanto alarido sobre uma simples moto é um pouco exagerado, mas um simples olhar sobre as características da C-1 é suficiente para convencer a maioria dos céticos. É um veículo de duas rodas, completamente coberto e com um sistema de estabilidade suportado por giroscópios que tornam tão difícil de se virar como um carro. Também é rápido (até 160 km/h) e limpo, pois funciona com um motor elétrico.

Mas quando os indicadores pareciam adequados para que a ideia de Kim começasse a circular pelas estradas, um grave acidente de moto meteu tudo em risco. O fundador da empresa esteve prestes a perder a vida; levou quase um ano a recuperar, mas saiu com uma nova aprendizagem: também haverá modelos do C-1 adaptados a utilizadores com mobilidade reduzida, dando assim um salto que não estava nos planos iniciais.

O C-1 ainda não se encontra a circular nas estradas, mas Kim conta já com várias encomendas, pelo que em breve veremos esta inovação a mudar a forma como nos transportamos no mundo.


Fonte: JN

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Sukhoi Su-30SM: voo espetacular do caça legendário russo

Resultado de imagem para Sukhoi Su-30SM:

Um dos melhores caças no mundo.

O caça Sukhoi Su-30SM é uma das ferramentas mais mortíferas no arsenal do exército russo. 

Assista a este vídeo e veja de que este pássaro de aço magnífico é realmente capaz!


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Navio investigou mais de 90 mil quilómetros quadrados do fundo do mar dos Açores

Navio investigou mais de 90 mil quilómetros quadrados do fundo do mar dos Açores

O navio hidrográfico D. Carlos I, investigou mais de 90 mil quilómetros quadrados do fundo do mar dos Açores, entre junho e setembro, permitindo mapear com "mais rigor áreas consideráveis a sul de São Miguel", foi hoje anunciado

“A área coberta pelos levantamentos deste ano foi superior a 90.000 quilómetros quadrados. Mas, muito mais há a fazer. Para já foi possível mapear com muito mais resolução e mais rigor áreas consideráveis, em concreto a sul de São Miguel. Depois, obviamente que iremos continuar este trabalho por outras áreas”, afirmou o diretor-geral do Instituto Hidrográfico, o contra-almirante António Coelho Cândido.

O responsável falava, em declarações aos jornalistas, em Ponta Delgada, na Universidade dos Açores, à margem da apresentação dos trabalhos realizados pelo D. Carlos I no mar dos Açores, no âmbito do projeto de mapeamento do mar português.

Durante a investigação, o navio usou um sistema moderno de sondador multifeixe de grandes fundos, para a aquisição de dados de profundidade, tendo sido efetuados levantamentos hidrográficos ao largo dos grupos central (Pico, Faial, Graciosa, São Jorge e Terceira) e oriental (Santa Maria e São Miguel), incluindo ainda zonas costeiras, nomeadamente ao largo do ilhéu das Formigas e Mosteiros, assim como levantamentos multifeixe e topográfico do porto da Praia da Vitória, na ilha Terceira.

O diretor-geral do Instituto Hidrográfico disse que, apesar da vasta área coberta pelos levantamentos desta missão, no caso dos Açores, há ainda muita área para investigar, acrescentando que serão necessários cerca de 10 anos com um navio para mapear toda a zona do arquipélago.

“Tivemos um empenhamento grande este ano nos Açores com a presença de um navio hidrográfico, em colaboração com as estruturas regionais, o que permitiu otimizar o tempo de permanência” da embarcação na região, salientou, destacando a parceria com a Universidade dos Açores nesta missão, já que o navio D.Carlos I recebeu também uma equipa de alunos e investigadores da academia açoriana que acompanharam e realizaram trabalhos de apoio à comunidade científica.

Adiantou que o planeamento deste projeto para 2018 prevê ter dois navios hidrográficos, o D.Carlos I e o Almirante Gago Coutinho, durante seis meses, entre maio e outubro, em períodos alternados no arquipélago.

O responsável realçou que, para “este grande projeto de mapeamento do mar português, é fundamental a colaboração entre todas as estruturas e, neste caso concreto, entre a Marinha através do Instituto Hidrográfico, o Governo Regional e a Universidade dos Açores”.

O secretário regional do Mar, Ciência e Tecnologia, referiu que, além da utilidade do levantamento hidrográfico, esteve também em causa algum trabalho em termos da biodiversidade do mar profundo dos Açores.

"Temos uma vasta área por descobrir e, portanto, o potencial de descoberta é muito grande, nomeadamente ao nível da biodiversidade e dos organismos de profundidade que eventualmente têm um potencial grande ao nível de recursos para utilização em biotecnologia", sublinhou Gui Menezes.

Fonte: AO

Vivemos num Universo Real ou numa simulação?

Ilustração somos fruto de simulares

Nunca pensou que poderá, esta realidade em que vivemos, ser um universo criado por software a correr num supercomputador altamente avançado?

Estas “possibilidades”, agora levantadas, decorrem de um recente artigo da Science Advances sobre a simulação da física quântica. Uma revista dedicada à ciência extrapolou a partir daqui e sugere que, para armazenar informação de poucas centenas de eletrões, era necessário memória de um computador composta com mais átomos do que os que existem no universo – assim, simular o universo é impossível. Será?

Dentro da nossa compreensão atual da realidade física, existem certos problemas quânticos que não podem ser simulados num computador clássico recorrendo a um algoritmo quântico específico, porque exigiria, como referido, uma enormidade de memória.

Mas será que isso significa que não necessitamos de ter receio de sermos apenas avatares controlados por uma máquina?


Pese o facto de ser um assunto um pouco “abstrato” para os padrões da realidade do mundo e, como tal, este assunto parece até ridículo, a verdade é que os autores do estudo, Zohar Ringel, da Universidade Hebraica de Jerusalém (Israel) e Dmitry Kovrizhin, da Universidade de Oxford (Reino Unido) disseram ao portal New Scientist que estão um pouco surpresos com as conclusões que alguma imprensa retirou deste assunto.

Para estes investigadores, perguntar se vivemos numa simulação ou não nem sequer é uma questão científica.

A hipótese de simulação tem vindo a ganhar destaque desde 2002, quando Nick Bostrom, filósofo também da Universidade de Oxford, afirmou que um computador com a massa de um planeta, e capaz de fazer 1042cálculos por segundo, poderia simular toda a história mental da humanidade usando menos de um milhão do seu poder de processamento por segundo.


As ideias de Bostrom levaram magnatas da tecnologia, como Elon Musk, a teorizar que existe apenas uma hipótese num bilhão que realmente vivemos na realidade. É muito mais provável sermos apenas dados a circular dentro do supercomputador de alguém. A ideia de uma realidade simulada levanta, claro, questões de livre arbítrio e se a humanidade controla ou não o próprio destino.

Mas devemos preocupar-nos com uma questão da qual não temos informações suficientes para responder? Não seria este um tema mais filosófico do que matemático?

Para mim, a questão de ‘estamos a viver numa simulação’, e qualquer resposta a ela, é ridículo. O artigo de Bostrom pressupõe que existe uma participação de uma civilização hiper-avançada na simulação do passado. Normalmente, só olhamos para a frente com computadores. Com toda a probabilidade, os nossos descendentes pós-humanos não se importariam o suficiente para simular uma realidade para nós.

Referiu Marcelo Gleiser, do Dartmouth College (EUA).

Além disso, tentar responder a essas perguntas com base nos nossos conhecimentos e máquinas atuais é arriscado. Os computadores quânticos – se e quando se tornarem verdadeiramente operacionais – podem ser muito mais versáteis do que podemos imaginar neste momento.

Se estivéssemos numa simulação, teríamos pouca ideia de como as leis da física no “mundo real” seriam, se a mecânica quântica governa ou não, e que tipo de computação seria possível fora dos limites da nossa simulação.

Na minha opinião, a questão é muito mais ficção do que ciência.

Conclui Gleiser.

Embora seja um tema que nos leva para um campo da imaginação, de uma realidade da fantasia, a verdade é que não temos como comprovar que vivemos num mundo real e que não fazemos parte de uma teatro simulado por máquinas tão potentes como aquelas que um dia saberemos que irão existir. Apenas há teorias, mas podemos ser apenas personagens de um trabalho do programador.

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Sábado é dia de chuva de meteoros


Chuva de meteoros das Oriónidas prometem encantar o céu.

Este sábado não vai querer tirar os olhos do céu. Depois das Dracónidas, no início do mês, este fim de semana verifica-se o dia de atividade máxima da chuva de meteoros das Oriónidas. 

O ‘espectáculo natural’ vai poder ser visto em Portugal e em todo o mundo na noite de dia 21, mas têm um período de visibilidade (ainda que reduzida comparado ao deste sábado) até dia sete de novembro. 

A chuva de meteoros das Oriónidas é o resultado dos detritos deixados pela passagem do cometa Halley, que ocorreu pela última vez em 1986. 

É uma chuva considerada de fraca intensidade por isso, aconselha o Observatório Astronómico de Lisboa, deve-se "evitar noites nubladas e a poluição luminosa das grandes cidades, e procurar um horizonte desimpedido". 

O nome Oriónidas é dado porque os traços de luz das estrelas cadentes parecem sair de um ponto da constelação de Orionte.

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Cientistas estão a cultivar medicamentos em ovos de galinha

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Investigadores japoneses acreditam ter descoberto uma forma de produzir medicamentos a preços mais acessíveis. Depois de terem modificado geneticamente galinhas, estão a “criar” medicamentos em ovos.

Recorrendo à técnica CRISPR, que permite a edição de genes, estes cientistas modificaram geneticamente galinhas para que estas ponham ovos contendo grandes quantidades da proteína interferon beta, reporta a CNN.

Esta proteína é produzida pelo organismo humano e interfere no processo de multiplicação de fungos, vírus, bactérias e células de tumores, estimulando os mecanismos de defesa do corpo. É usada para tratar várias doenças, desde o cancro à Esclerose Múltipla, mas a sua produção é muito dispendiosa.

Um micrograma de interferon custa entre 300 a mil dólares, ou seja, entre 255 a 850 euros, de acordo com dados da companhia farmacêutica Cosmo Bio, que participou na investigação. Ora o tratamento de uma doença como a Esclerose Múltipla começa com uma dose de 30 microgramas que pode, progressivamente, ser aumentada.

“A produção convencional de interferon necessita de grandes instalações assépticas(estéreis), mas os ovos funcionam como um sistema asséptico de produção de proteínas”, explica à CNN a porta-voz da Cosmo Bio, Mika Kitahara.

Os cientistas recorrem a vários tipos de sistemas biológicos para desenvolverem medicamentos, tais como bactérias, leveduras e células de mamíferos. Contudo, algumas proteínas não se adaptam bem a estes sistemas.

Os ovos, sendo organismos vivos, surgem como uma alternativa que torna a produção de medicamentos “bastante fácil”, refere à CNN a professora Helen Sang, da Universidade de Edimburgo, no Reino Unido.

A produção de interferon poder ser feita a partir de bactérias como a insulina ou de células de ovário de hamster, mas a quantidade obtida por essas vias é mínima. Os ovos parecem ser uma alternativa que permite a produção em massa da proteína, o que acarretará uma descida significativa no seu preço final.

A nova tecnologia, que ainda está a ser desenvolvida pelos investigadores japoneses, pode reduzir o custo da produção de medicamentos contra o cancro em cerca de 90%, refere Kitahara.

Apesar do optimismo dos resultados conseguidos até agora, há ainda um caminho de mais ensaios clínicos e de mais pesquisas a fazer até que o cenário positivo se confirme.

A CNN lembra que a Foog and Drug Administration (FDA), a agência do medicamento norte-americana, já aprovou um medicamento produzido com recurso a galinhas modificadas para o tratamento da Deficiência de Lipase Ácida Lisossómica (LAL), uma doença genética hereditária caracterizada pela insuficiente produção de uma proteína que leva à acumulação de gorduras no fígado, no intestino e noutros órgãos vitais.

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Nova tecnologia permite “dar vida” a fotografias

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Investigadores da Universidade de Tel Aviv, em Israel, e especialistas do Facebook descobriram como “dar vida” a fotografias estáticas, graças a uma nova tecnologia.

Hadar Averbuch-Elor e Daniel Cohen-Or, ambos investigadores na Universidade de Tel Aviv, e Johannes Kopf e Michael F. Cohen, da equipa de animação computorizada do Facebook, criaram uma nova tecnologia que permite “animar” fotografias, atribuindo-lhes expressões faciais.

Basicamente, as fotografias são “animadas” com diferentes expressões filmadas e captadas por um programa de computador. As imagens estáticas são mapeadas até ao mais ínfimo detalhe para recolher dados de expressão, rugas e cor. Depois, esses dados são correlacionados com emoções distintas.

“Estamos a transferir cada pequeno detalhe de movimento para o rosto ‘alvo’.Também copiamos vincos e rugas, normalmente associados a essas expressões”, explica na BBC a investigadora Harar Averbruch-Elor.

E as animações não se limitam às fotografias modernas. Podem usar-se em retratos antigos e até em pinturas. E também funcionam com emojis.

“Em contraste com trabalhos anteriores que requerem a entrada do rosto alvo para um vídeo, para reencenar uma performance facial, esta nossa técnica usa apenas umaimagem alvo única“, explicam os investigadores numa nota divulgada no site da Escola de Ciências Computorizadas da Universidade de Tel Aviv.

“A partir de uma imagem única, método gera automaticamente vídeos foto-realistasque expressam várias emoções”, acrescentam, explicando que recorrem a “um vídeo de condução (de um assunto diferente)” e que desenvolvem “formas de transferir a expressividade desse assunto para o retrato alvo no vídeo de condução”.



“A nossa técnica dá origem a perfis reactivos, onde as pessoas em imagens estáticas podem interagir automaticamente com os seus espectadores”, concluem os investigadores israelitas.

Harar Averbruch-Elor nota na BBC que a tecnologia pode vir a ser usada em várias áreas, nomeadamente na “animação em realidade virtual”. “Não vai curar o cancro. Mas há várias coisas divertidas que podemos criar com ela”, conclui a investigadora.

A participação de dois especialistas do Facebook no processo de desenvolvimento da tecnologia faz antever que, em breve, as redes sociais poderão ser inundadas com fotos “reactivas”.


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ARQUIVO: Fenómeno do Sol - Monte Santo - Água de Pau - Ilha do Arcanjo Miguel - Açores 1998

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8 de Julho de 1998 - Água de Pau

FENÓMENO SOLAR 

Na manhã do dia 8 de Julho de 1998, durante a peregrinação na freguesia de Água de Pau, com o objectivo de celebrar a inauguração de uma cruz / cruzeiro, no mesmo local, uma freira anunciou que tinha sido contactada por uma senhora muito bonita vestida de branco (possivelmente a Virgem Maria), que lhe falou sobre a situação caótica vivida pelo nosso planeta. 

Imediatamente, qualquer coisa aparentemente oval parece tapar o Sol, fenómeno que ocorreu durante diversas vezes, dando o efeito do Sol estar a piscar intermitentemente, ora com muita luminosidade ora com quase virtualmente nenhuma luminosidade, chegando a parecer um pequeno eclipse.

O fenómeno que ocorreu durante aproximadamente 6 minutos, foi testemunhado por dezenas de pessoas, incluindo o padre da paróquia de Água de Pau e inclusive filmado por um imigrante residente no Canadá. Este acontecimento voltou a verificar-se no primeiro sábado de cada mês seguinte, Agosto e Setembro.

Este acontecimento foi relatado no jornal Correio dos Açores. Em declaração ao jornal as testemunhas mencionaram terem visto um disco solar azulado rodeado por uma áurea e inclusive alguns seres estranhos. 

Fonte: Correio dos Açores e APO - Associação de Pesquisa OVNI


A 8 de Julho de 1998 dezenas de peregrinos testemunham o "milagre" do sol. Ermida do Monte Santo, Ermida de Nossa Senhora de Lurdes e Local de Nossa Senhora do Pranto - Percurso Via-Sacra.

Fonte: Youtube

Porque estão os insectos a desaparecer?


Número de insetos voadores na Alemanha caiu a uma taxa alarmante

O número de insetos voadores na Alemanha tem caído a uma "taxa alarmante" que pode sinalizar perturbações sérias para os ecossistemas e as cadeias alimentares no futuro, alertaram hoje cientistas.

Segundo um estudo, publicado hoje na revista Plos One, investigadores que usaram armadilhas em 63 locais no ocidente alemão registaram um declínio em 76% do volume dos insetos de 1989 para 2016.

As perdas verificadas em pleno verão neste período de 27 anos atingiram os 82%

"O declínio generalizado da biomassa dos insetos é alarmante, tanto mais que as armadilhas foram colocadas em áreas protegidas, que supostamente devem preservar as funções dos ecossistemas e a biodiversidade", realçaram os autores.

A queda na quantidade de insetos voadores na Alemanha foi superior ao declínio geral estimado de 58%, no período entre 1970 e 2012

Os investigadores, conduzidos por Caspar Hallmann, da Universidade holandesa de Nijmegen, afirmaram que era desconhecida a razão de um declínio tão acentuado na Alemanha, mas excluíram as alterações climáticas.

Em alternativa, admitiram que a agricultura intensiva e o uso de pesticidas poderiam partilhar a responsabilidade.

Os autores defenderam mais investigação sobre as possíveis razões do declínio, salientando que os insetos voadores têm um papel importante na polinização de plantas, além de serem uma fonte de alimentação para outras espécies.

Fonte: DN

Ecrã do computador sujo? Eis como limpar da melhor forma

Ecrã do computador sujo? Eis como limpar da melhor forma

Há diferentes métodos para limpar o computador, dependendo da sujidade que tenha o ecrã.

Ninguém gosta de ter o computador sujo. Torna-se pior ainda quando está a trabalhar em conjunto com alguém e tem de mostrar o ecrã a outra pessoa, que fica assim a ver que não cuida apropriadamente do equipamento.

Caso tenha um ecrã com poeira, bastará limpar com gentileza utilizando um pano de microfibras. Se, por outro, estiver a lidar com outro tipo de sujidade, pode sempre optar por uma esponja húmida com água destilada. De notar que para este segundo método de limpeza deverá desligar o computador e evitar que caiam líquidos no teclado.

Nota o Digital Trends que torna-se (ainda) mais essencial manter o ecrã limpo caso o computador tenha ecrã sensível ao toque, com marcas de dedos e sinais de gordura a serem frequentes e a necessitarem de limpeza apropriada. Neste caso, terá de optar por um pano de microfibras e aplicar ainda um produto de limpeza especial.

Fonte: NM

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Insólito registado em video na Austrália


Este vídeo foi gravado na Austrália, é desconhecido a origem desta luz????

Fonte: Facebook

Sabia que um avião russo andou a sobrevoar parte da zona ardida do pinhal litoral?

Sabia que um avião russo andou a sobrevoar parte da zona ardida do pinhal litoral?

Aparelho voou por cima de Coimbra, Leiria e Fátima, antes de seguir em direcção a Santarém.

Elementos de um grupo de spotters - pessoas que observam aviões como passatempo - identificaram, ontem à tarde, um avião russo a voar a baixa altitude por cima da área litoral, em especial Coimbra, Leiria e Fátima, e parte da zona afectada pelos incêndios de domingo e segunda-feira, que resultaram na destruição de 86% da área do Pinhal de Leiria/Pinhal do Rei (dados actualizados pela Câmara da Marinha Grande, município onde se localiza a totalidade desta zona protegida sob alçada do Estado).

"Alguém sabe por razão anda um avião russo a baixa altitude no nosso espaço aéreo a fazer 'S'?", lançou para a rede social Facebook o spotter Rui Domingues, pouco depois de este ter sobrevoado a zona da Bajouca (Leiria), pelas 17 horas. 


Outros elementos desta rede social, que também se aperceberam da presença do aparelho russo, referem que "será um avião que está a voar de acordo com o protocolo Open Sky assinado por 34 países que permite que aviões desarmados de um país voem - com a devida autorização - sobre os seus territórios, para promover a abertura e transparência das Forças Armadas."

Aparentemente, estes voos são bastante comuns e acordados entre o governos dos países participantes que assim, mostram as suas instalações militares, e, neste caso, as bases aéreas da região.

Da próxima vez, que vir um avião russo a sobrevoar a zona litoral (onde se encontram várias bases portuguesas), já sabe a razão.

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Uma câmara regista um acidente incompreensível com um "carro fantasma" em Singapura

VÍDEO: uma câmera registra um confronto incompreensível com um "carro fantasma" em Cingapura

A gravação mostra que um carro apareceu do nada numa colisão com outro num cruzamento. Os internautas não conseguiram identificar a origem do misterioso veículo.

Uma câmara de vídeo instalada num automóvel registou um acidente de trânsito incomum em Singapura. 

Na gravação, observa-se como um carro que estava virando para a direita choca inesperadamente contra outro veículo que aparece de repente como se ele emergisse do nada. 

Depois de analisar as imagens em câmara lenta, os internautas ainda não conseguem explicr de onde veio o segundo veículo e porque a câmara não captou sua imagem antes do choque ocorrer.


Fonte: RT

Outro video semelhante na Rússia:


Fonte: Youtube

Sonda japonesa descobre túnel na Lua que pode vir a abrigar base lunar

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Os cientistas japoneses do Instituto do Espaço e Estudos Astronómicos da Agência Aeroespacial do Japão (JAXA, na sigla em inglês) descobriram na Lua uma espécie de túnel gigantesco que pode ser o lugar apropriado para a construção de uma base lunar, comunicou à Sputnik uma representante do serviço de imprensa da JAXA.

"Os dados foram recebidos pela sonda Kaguya que foi enviada à Lua em 2007 e durante um ano e meio recolheu informação. Contudo, na época não tínhamos a possibilidade de fazer tal análise. Isto se tornou possível a este nível tecnológico. 

Verificamos que na região das Colinas de Marius fica uma cratera com um raio de 50 metros e com a mesma profundidade, que está ligada a uma cavidade subterrânea com várias dezenas de quilómetros de comprimento", esclareceu a interlocutora à Sputnik.

Ao medir os índices de radiação e temperatura, os cientistas verificaram que o "túnel" permite proteger possíveis futuros habitantes das mudanças drásticas de temperatura e de radiação, bem como da queda de meteoritos. Todos esses factores são considerados um grande obstáculo à criação de uma base lunar, adicionaram na JAXA.

Além disso, os cientistas consideram que a cavidade, que foi formada como resultado do fluxo de lava vulcânica na Lua, pode esconder provas de que antes no satélite da Terra existiam polos magnéticos, podendo ainda ser encontradas as assim chamadas substâncias voadoras, incluindo água, ou seus vestígios, assinalaram na JAXA.

A cratera (na época se considerava que o seu raio era de 80 metros) foi descoberta em 2009. Existiam hipóteses de que ela pudesse levar a um sistema de "túneis" subterrâneos, mas não havia provas, esclareceram na agência aeroespacial.

Agora, ao comparar os dados recebidos pela sonda, os cientistas conseguiram verificar que tais "túneis", que têm saída para a superfície da Lua, são poucos e que é um fenómeno raro. 

Ao mesmo tempo, os especialistas conseguiram calcular a profundidade do "túnel": ela varia entre dez e 100 metros."A descoberta foi feita há pouco, ainda não há planos concretos quanto à sua utilização, mas achamos que tais vantagens como a possibilidade de proteger as pessoas e o equipamento da radiação e queda de meteoritos dão fundamentos para usar o "túnel" no futuro como plataforma para construção da base. 

Mas, por enquanto, é cedo para falar sobre os prazos: sabemos muito pouco sobre o que se passa dentro do túnel", disse a representante da JAXA.

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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

O "Nono Planeta", cada vez mais próximo: os cientistas encontram uma nova prova de sua existência

O "Planeta Nine", cada vez mais próximo: os cientistas encontram uma nova prova de sua existência

Os cientistas encontram novas evidências para sustentar a existência desse hipotético corpo celestial.

A possível existência de um enorme e misterioso corpo celestial no sistema solar tomou força há alguns dias, quando a NASA informou que este hipotético planeta extra poderia ter uma massa dez vezes maior do que a Terra. 

Esta possibilidade até inspirou apoiantes de teorias de conspiração, levando-os a afirmar que a NASA ocultou sua existência porque a suposta astro estaria em curso de colisão contra a Terra e ameaçaria a própria existência da humanidade.

Até hoje, o chamado "Nono Planeta" não foi observado directamente pelos astrónomos. No entanto, pesquisas recentes realizadas pela Universidade de Michigan (EUA) oferecem novas evidências que reforçam a hipótese sobre a existência desse planeta indescritível em nosso sistema solar.

O estudo centrou-se em objectos transneptunianos (TNOs), um grupo de corpos celestiais rochosos que orbitam o Sol mais distante do que Neptuno, o planeta mais distante do sistema solar. De acordo com alguns cientistas, as órbitas desses objectos indicam que sua existência remonta a mais de um bilião de anos.

Força desconhecida

No entanto, outros cientistas estão perguntando o que mantém os TNOs em suas órbitas presentes, porque, durante um longo período de tempo, esses corpos celestes devem ter colidido com um planeta; ou mesmo deveriam ter sido atraídos e devorado pelo Sol ou disparado para o espaço profundo pela força gravitacional de outros planetas.

Para determinar os possíveis comportamentos da TNO, considerando ou não a presença do hipotético "Nono Planeta", a pesquisadora Juliette Becker e seus colegas do centro académico fizeram simulações de computador em grande escala .

Saltos inter orbitais

A simulação permitiu observar um fenómeno chamado saltos de ressonância  um processo no qual os objectos transneptunianos "pularam" entre duas órbitas estáveis, evitando assim sua expulsão do sistema solar.

Os diferentes cenários de simulação demonstraram que a hipotética influência gravitacional do suposto nono planeta faz com que "TNO permaneça estável por mais tempo", de modo que o "Nono Planeta" seria o factor que explicaria que "nosso sistema solar existe na sua forma actual " Disse Becker.

A peça que falta

Assim, o terceiro planeta hipotético seria o "pedaço do quebra-cabeça" perdido, aquele corpo celeste que "intercepta" o TNO quando são deslocados de suas órbitas pela influência de Neptuno e os coloca na segunda órbita, impedindo-os de serem perdidos no espaço.

Quanto às teorias da conspiração, a NASA responde que, se o hipotético nono planeta existir, seria um corpo celestial "extremamente distante e que permanecerá". 

E acrescenta: "Se temos dúvidas, não há possibilidade de colidir com a Terra e causar " dias de escuridão ".

Fonte: RT
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