sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Seis extensões para Chrome que te dão uma VPN de borla

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Hoje em dia ter uma VPN é quase obrigatório. O Hackers Portugal tem insistido inúmeras vezes no uso de uma VPN. Mas poucos “querem ouvir”.

Mas quando se fala em serviços de VPN grátis, a história muda.

No entanto, como tudo na vida, quando a coisa é oferecida, o produto podes ser tu. Embora não existam informações de que estes serviços estão comprometidos, convém ter em conta que um serviço pago tem sempre melhor qualidade.

Eis as nossas sugestões:


Esta VPN tem quase 400.000 instalações através da loja do Chrome. É grátis e criada por uma empresa chamada Anchor que é uma referência na indústria tecnológica. Existe também versão para iOS/Android.


Originalmente este produto estava disponível para Chrome mas foi descontinuado para dar lugar a uma app. Esta VPN já foi falada no Hackers Portugal anteriormente e também tem versões para dispositivos mobile. Por já ter tido uma extensão para Chrome, é listada aqui.


Esta VPN é grátis e está disponível em várias localizações. Está também disponível para Opera (nem todas estão) e para versões mobile. Esta VPN tem um impressionante número de downloads na loja do Google: mais de três milhões.
É sem dúvida uma opção a considerar pois não precisa de registo. Basta clicar e ligar.


Além do serviços de VPN normais, esta VPN destaca-se por bloquear anúncios, sistemas de analytics e outras “ameaças” na web. Ou seja, é mais do que um sistema para passar o tráfego, é um sistema que se detetar algum tráfego “mau”, o elimina, fazendo com que ao destino (ou seja, tu) chegue um site sem problemas de privacidade.


Esta VPN tem uso limitado, mais de dez localizações (algo que as outras não têm) e usa criptografia de 4196 bits, algo duas vezes maior que o standart utilizado hoje em dia.


A Hide.me também já foi aqui falada. Oferece 2GB de tráfego, o que embora não seja muito, é bom no sentido em que, nos nossos testes, foi a VPN mais rápida. Portanto, se procuras rapidez e queres usa-la de forma esporádica, aqui tens uma boa dica!

Deixamos-te sempre algumas notas sobre o uso de VPN:

– nem tudo o que é grátis é 100% bom
– uma VPN não é um sistema mágico que te mantém seguro, tens que manter boas práticas de segurança
– podes confirmar se o teu IP mudou acedendo ao site IPLeak

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Registada a mais poderosa explosão de uma estrela na história

Registrada la más poderosa explosión de una estrella en la historia

Os cientistas registaram um evento chocante numa galáxia localizada a 2600 milhões de anos-luz da Terra. O evento ainda não possui explicação.

Um grupo internacional de astrónomos registou a explosão espacial mais poderosa da história desde que foram feitas observações. Ocorreu no centro de uma galáxia localizada a 2600 milhões de anos-luz da Terra.

De acordo com as descobertas dos pesquisadores, o evento foi causado pela explosão de uma óptima estrela, informa o portal cientifico Scientific Alert, que se refere ao estudo publicado na revista Nature Astronomy.

O objecto transitório - devido a diferentes tons da mesma cor, mudando o brilho ou a luminosidade - o PS1-10adi foi descoberto em 2010 com o telescópio Pan-STARRS do Observatório Haleakala, localizado no topo do vulcão Maui no arquipélago de Havaí.

Segundo os astrónomos, a energia do flash excede várias vezes a magnitude da luminosidade das super novas convencionais . O PS1-10adi estava apagando-se por mais de três anos, período durante o qual era mais brilhante do que a sua galáxia mãe.

"A descoberta que fizemos revelou a possibilidade de que existam explosões capazes de expulsar uma quantidade de energia dez vezes maior que o normal", diz o astrónomo Cosimo Inserra, da Universidade de Southampton (Reino Unido).

Dada a quantidade de energia envolvida, é uma super nova particularmente impressionante de uma estrela pelo menos centenas de vezes mais maciça do que o nosso Sol, ou de um objecto menor dramaticamente rasgado por um grande buraco negro, sugere o estudo.

Fonte: RT

Acabámos de enviar uma mensagem para o espaço à espera que os ETs nos descubram

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Astrónomos do SETI criaram o METI, Messaging Extraterrestrial Intelligence, cujo objetivo é enviar uma mensagem para o espaço, sob a forma de ondas de rádio, na esperança de que os ETs a perceba – e decidam entrar em contacto connosco.

A equipa do famoso programa SETI, Search for Extraterrestrial Intelligence, pretende enviar uma mensagem com objetivo de obter um dia uma resposta – caso uma qualquer civilização de um planeta potencialmente habitável a receba. Mas essa resposta pode demorar mais de duas décadas a chegar.

“Acho que este é um resultado improvável, mas seria um resultado bem-vindo”, disse Douglas Vakoch, presidente e fundador da Messaging Extraterrestrial Intelligence.

As ondas de rádio usadas para enviar a mensagem espacial são conhecidas como Sonar Calling GJ273b. Segundo Vakoch, este é o tipo de onda que podeeria ser recebida por outras vidas inteligentes que possam existir noutros planetas.

O objetivo original do SETI é estudar as ondas de rádio provenientes do espaço na expectativa de que um dia se descubra um qualquer padrão nas ondas que não possa ter sido criado por processos naturais – ou seja, uma prova de inteligência extraterrestre.

O METI quer agora fazer exactamente o contrário: enviar para o espaço sideral ondas de rádio que claramente apenas seriam produzidas tecnologicamente – para que quaisquer ETs que, tal como nós, se entretenham a analisar ondas de rádio vindas do espaço, percebam que a mensagem tem origem inteligente, e saibam que nós existimos.

A mensagem foi enviada em outubro em direção à estrela GJ 273, também conhecida como estrela de Luyten, uma anã vermelha na constelação do norte de Canis Minor, que fica a uma distância de 12 anos-luz da Terra.

A mensagem inclui detalhes de matemática e ciência, além de uma descrição das sondas de rádio que proporcionam o envio da mensagem. Além disso, foi também enviado um “tutorial” sobre relógios e cronogramas, para averiguar se a compreensão do tempo dos habitantes de GJ 273b é semelhante à nossa.

Segundo os astrónomos do METI, a maneira mais rápida de os alienígenas responderem à nossa mensagem é repetir a mensagem na nossa direção com cálculos semelhantes, para provar que entenderam o recado.

“Nós dizemos-lhes que 1+1=2. Os alienígenas poderiam responder a informar-nos que entendem que 10+10=20” explicou um dos membros do projeto. Contudo, devido à distância entre a Terra e o planeta GJ 273b, que orbita a estrela para onde a mensagem foi enviada, a resposta levaria pelo menos 25 anos a chegar até nós.

As ondas de rádio são justamente uma das tecnologias capazes de proporcionar uma comunicação entre a humanidade e outra civilização inteligente que, possivelmente, exista por esse espaço fora.

“É tarde demais para nos escondermos no Universo. Os extraterrestres podem estar à espera de uma indicação clara que mostre que estamos preparados para falar com eles”, disse Vakoch em dezembro do ano passado, na altura da apresentação do projeto.

A ideia de enviar mensagens para o espaço sempre foi controversa. Stephen Hawking, por exemplo, acha que é perigoso querermos dizer um olá aos extraterrestres, e alerta para as repercussões de encontrar uma civilização alienígena – certamente muito mais antiga e avançada tecnologicamente do que a nossa.

Mas esta não é, no entanto, a primeira vez que a Humanidade envia mensagens para o espaço com o objectivo de se dar a conhecer aos nossos vizinhos extraterrestres. Em 1977, a missão Voyager, da NASA, enviou para o espaço sideral duas naves, cada uma com um disco de ouro gravado com sons, imagens e mensagens da Terra.

RED ICE / JPL-Caltech / NASA
A sonda Voyager e o famoso disco dourado que levou para o espaço informação sobre a Humanidade. Ao fundo, o astrofísico Carl Sagan, mentor da ideia.

“Noventa e oito por cento dos astrónomos da SETI, eu inclusivamente, pensam que o METI é potencialmente perigoso”, afirma Dan Werthimer, cientista do SETI na Universidade da Califórnia, em Berkeley. “É como gritar numa floresta sem saber se lá há tigres, leões, ursos ou outros animais perigosos”.

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Cientistas querem ressuscitar espécie extinta há milhares de anos

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Os restos mortais do que se pensa ser um leão-das-cavernas foram encontrados na Sibéria. O pequeno animal, perfeitamente preservado, provocou uma nova discussão no seio da comunidade científica: clonar ou não espécies já extintas?

Boris Berezhnev, um russo que procura caudas de mamute na Sibéria Oriental, fez uma descoberta inesperada em setembro: a múmia incrivelmente peluda e bem conservada de um felino da Idade do Gelo.

A comunidade científica está entusiasmada com a descoberta, embora alguns cientistas acreditem que se trata de um leão-das-cavernas, uma subespécie já extinta, enquanto outros pensam tratar-se de um lince.

Berezhnev encontrou o felino nas margens do rio Tirekhtykh, na república russa de Iacútia. O pequeno animal tem 45 centímetros de comprimento e faleceu, provavelmente, com um e meio a dois meses de idade – caso seja um leão-das-cavernas – ou com quatro meses, se for um lince.

O paleontólogo Albert Protopopv, líder da equipa de cientistas da Academia das Ciências da República de Sakha que está a estudar a múmia, diz que ainda não teve muito tempo para o fazer, mas que “é uma aposta segura afirmar que o animal data do Pleistoceno“, uma época compreendida entre os 2,6 milhões e 11,700 anos atrás.

Outras duas crias de leão-das-cavernas tinham já sido encontradas há dois anos na mesma região da Sibéria. No entanto, acredita-se que este novo espécime esteja em melhores condições.

Inicialmente, os cientistas pensavam que o primeiro par encontrado – Uyan e Dina – tivesse 12 mil anos, data em que a espécie se extinguiu. Mas pesquisas posteriores descobriram que têm, na verdade, 55 mil anos de idade. Embora seja necessário realizar mais testes à cria mais recente, a estimativa é de que tenha entre 20 e 50 mil anos.

A múmia da cria de leão-das-cavernas tem 45 centímetros de comprimento.

Estas análises adicionais ao animal são necessárias para poder determinar com exatidão a sua idade, sexo, causa da sua morte – e, finalmente, qual é de facto a sua espécie.

O estudo torna-se interessante caso se prove que se trata de um leão-das-cavernas, já que o último conhecido (Panthera spelaea) viveu há cerca de 14 mil anos atrás. Estudos genéticos confirmam que Panthera spelaea e o leão africano moderno (Panthera leo) são “irmãos” que se tornaram espécies separadas há 1,9 milhões de anos.

O leão-das-cavernas deu então origem ao leão americano (Panthera artox), que também já se extinguiu há 300 mil anos atrás.

Por outro lado, se for um lince, será igualmente interessante, dado que poderá ser a múmia mais completa da espécie, como explicou Olga Potapova, curadora das coleções do sítio arqueológico Mammoth Site of Hot Springs, em South Dakota, nos EUA.

Ressuscitar a espécie

Desde que a primeira dupla foi descoberta, muitos cientistas manifestaram interesse em cloná-la, interesse esse que foi agora renovado.

A ciência não é o principal entrave, já que, em 2008, cientistas clonaram um rato a partir de restos congelados de um rato que havia falecido há 16 anos. A questão ética de trazer espécies extintas à vida é a mais preocupante.

Se por um lado, seria incrível ver e estudar um leão-das-cavernas vivo, por outro, são desconhecidos os efeitos sobre os ecossistemas de ressuscitar uma espécie já extinta.

Há quem defenda o uso destes recursos em espécies que estão em perigo atualmente, para evitar a sua extinção, ao invés de nos concentrarmos nas espécies que já cá não estão.


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Observam uma enorme bola de fogo atravessando o céu da Rússia e Finlândia

VÍDEOS: existe uma enorme bola de fogo atravessando o céu da Rússia e da Finlândia

Não se sabe se o corpo celeste, provavelmente um meteoro, caiu na superfície da Terra ou se queimou na atmosfera.

Uma enorme bola de fogo foi vista na noite de quinta-feira na região de Murmansk, no norte da Rússia, onde as testemunhas oculares conseguiram gravar o fenómeno.

Ainda não se sabe se o corpo celeste, provavelmente um meteoro, caiu na superfície da Terra ou se queimou na atmosfera.

A queda do objecto também foi observada na Finlândia, onde se acredita que sua massa foi de várias dezenas de quilogramas. Os especialistas estão planeando uma simulação para determinar os parâmetros exactos do corpo celeste. Se o objecto atingisse a superfície da Terra, teria caído na área do Lago Inarijärvi no norte do país, segundo especialistas finlandeses .



Fonte: RT

Estação de pesquisa na Antártida é fechada devido a fendas no gelo

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A British Antarctic Survey (BAS) anunciou na semana passada que, pelo segundo inverno consecutivo, terá de fechar a Halley VI, base móvel de pesquisas do Reino Unido situada na plataforma de gelo no Mar de Weddell, na Antártida, devido a brechas encontradas no solo de gelo.

A estação fica de portas fechadas durante todo o inverno polar do hemisfério sul, de março até novembro de 2018, uma vez que há riscos de a plataforma sucumbir entre as duas fissuras, que têm cerca de 150 metros de profundidade.

Glaciologistas afirmaram que uma imensa fenda a 20 quilómetros de Halley VI está em crescimento na direção da base de pesquisas e uma segunda fenda, mais a norte, que foi encontrada em outubro de 2016, também está em expansão.

“O crescimento de ambas as fissuras durante o último inverno antártico tem nos preocupado”, disse à Live Science a diretora de comunicação da BAS, Athena Dinar.

Dinar ainda explicou que, na eventualidade de haver acidentes em relação às brechas, não há a possibilidade de contar com aviões ou navios para realizar o resgate da tripulação da base de pesquisas.



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Submarino argentino desaparece dos radares com 37 pessoas a bordo

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A embarcação foi vista pela última vez na manhã da quarta-feira (15) antes de desaparecer dos radares.

Segundo informa o jornal La Nación, o navio ARA San Juan desapareceu na zona sul do mar Argentino em 15 de novembro. De acordo com o jornal Clarín, o navio contava com 37 pessoas a bordo, entre elas, oito oficiais.

Quanto às razões de desaparecimento, o portal Jornada indica que o submarino perdeu o contacto quando realizava manobras rotineiras.

Duas corvetas e um avião da Marinha participam da operação de busca no Golfo de San Jorge, perto de Puerto Madryn, comunica o La Nación, acrescentando que a busca começou devido à "perda de conexão das comunicações".

De 2008 a 2014, o submarino ARA San Juan que entrou em serviço em 1985, passou por reparos no estaleiro argentino Tandanor para estender sua durabilidade por mais 30 anos.

Durante a reparação foram substituídos quatro motores de diesel, motores de propulsão a jato e 960 baterias, válvulas e mecanismos internos.

No início deste mês, o ARA San Juan, junto com outros navios, recebeu autorização para participar de treinamentos conjuntos e missões de patrulhamento marítimo.

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Cientistas russos alertam sobre grande asteroide aproximando-se da Terra

Asteroide se aproximando da Terra (ilustração)

O dia 17 de dezembro será marcado por um interessante evento astronómico nos arredores da Terra, a aproximação de um grande asteroide de quase 5 km de diâmetro, que será observado de "perto" por cientistas da Universidade Federal Báltica Immanuel Kant, na Rússia.

O objecto 3200 Faetonte, de acordo com os astrónomos, se aproximará até cerca de 10 milhões de quilómetros do nosso planeta, distância relativamente curta para os padrões espaciais, acompanhado de chuvas de meteoro conhecidas como Gemínidas.

Segundo Aleksei Baigashov, líder da comunidade astronómica da Immanuel Kant, que usou um ambiente de simulação próprio para produzir uma imagem virtual desse acontecimento, as evidências indicam que esse asteroide já foi bem maior, mas ele perdeu parte de sua massa devido a inúmeras aproximações do Sol.

"Assim, esse asteroide em si é o resíduo de um núcleo de cometa. Essa teoria é corroborada por sua órbita extremamente alongada, que agora o aproxima mais do Sol do que Mercúrio e o leva para mais longe do que Marte", disse Baigashov.


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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

COMUNIDADE AMISH ESCONDE MUTAÇÃO GENÉTICA QUE PROLONGA A VIDA EM 10 ANOS


Um grupo de cientistas descobriu uma mutação genética na comunidade Amish dos Estados Unidos, que explica porque alguns dos seus membros vivem em média mais dez anos, revela um estudo agora publicado.

Trata-se da última descoberta no amplo estudo da comunidade científica sobre a forma de envelhecer desta pequena comunidade cristã tradicional, que rejeita qualquer tipo de avanço tecnológico.

Especialistas americanos e japoneses estão a testar um medicamento experimental que tenta recriar o efeito da mutação dos Amish, com a esperança de que proteja mais seres humanos de doenças ligadas ao envelhecimento, estimulando assim a longevidade.

"Não só vivem mais, como vivem mais saudáveis", explica Douglas Vaughan, presidente da Faculdade de Medicina Feinberg da Universidade Northwestern, autor principal do estudo publicado no jornal Science Advances. "É uma forma desejável de longevidade", destacou.

Os cientistas estudaram 177 membros entre os 18 e os 85 anos da comunidade Berne Amish do Indiana, no centro dos Estados Unidos.

Segredo está na proteína PAI-1

Deles, 43 eram portadores da mutação do gene Serpine 1 - que provoca uma forte redução da produção da proteína PAI-1 - e estavam em melhor estado de saúde, para além de viverem, em média, mais dez anos que os restantes membros Amish que não têm esta variação genética.

Por outro lado, o seu perfil metabólico também era mais saudável: sofriam menos de diabetes e de doenças cardiovasculares.

Os especialistas descobriram, por outro lado, que os telómeros das suas células imunitárias eram, em média, 10% mais longos.

O telómero é uma arte do ADN situado nas extremidades de cada cromossoma que o protege e que fica pequeno cada vez que ocorre uma divisão celular, o que contribui para o envelhecimento.

Para já, o remédio experimental superou os testes de segurança (fase 1) e está agora na fase 2 no Japão para comprovação da eficácia em pessoas obesas com diabetes tipo 2.

Por outro lado, a Universidade Northwestern tenta obter permissão científica para iniciar os testes nos Estados Unidos no ano que vem.

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Força Aérea dos EUA intervêm nos céus misterioso objecto que circulava perto da Área 51

F-15C

A força aérea dos EUA foi forçada a investigar uma aeronave não identificada observada nos céus.

A aeronave misteriosa foi vista circulando em espaço de ar ocupado e bem monitorizado nos céus acima de Oregon, EUA.

Num giro bizarro e preocupante, a aeronave desapareceu - e a Força Aérea não conseguiu encontrá-lo.

Os espectadores Spooked estão questionando de onde o jacto pode ter vindo e o que estava fazendo.

E várias autoridades militares não conseguiram identificar a origem ou o destino do avião.

Os caças F-15C da Força Aérea foram enviados em resposta aos avistamentos, de acordo com notícias locais.

O Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte confirmou que a Administração Federal de Aviação havia solicitado a monitorização de aeronaves não identificadas que voam em altitudes regularmente usadas por aeronaves comerciais - 35.000 e 40.000 pés - em 25 de outubro.

Ele disse que os caças sairam de Portland para investigar, mas não encontraram nada.

A aeronave não identificada não tinha nenhum plano de voo enviado ou nenhum transponder de identificação activo.

Nem estava transmitindo sinais de evitar a colisão.

As estações de controle de tráfego aéreo teriam dificuldade em segui-lo no radar.

Os caças F-15C Eagle possuem alguns dos radares de pesquisa e rastreamento de combate mais avançados do mundo.

Eles também são extremamente rápidos.

Deixaram as pessoas se perguntando que objecto poderia ter sido?

Um usuário do Reddit, que afirmou ter sido um piloto na época, disse: "Estranho! Minha teoria é que eles estavam passando drogas para o Canadá. Ainda não há notícias, não que eu possa encontrar.

Ele descreveu como as aeronaves tinham sido solicitadas a ajudar a rastrear um avião desconhecido de cor branca visualmente por até 30 minutos, pois o radar de controle de tráfego aéreo estava tendo dificuldade em segui-lo.

Enquanto estava à vista de várias equipes de aeronave, aparentemente nunca foi suficientemente próximo que o seu tipo fosse identificado.

"O último avião a vê-lo teve que descer para Portland e perdeu de vista.

"Os caças foram chamados de Portland, mas voaram por algum tempo e não encontraram", acrescentou.

"E é isso."

Outros usuários especularam que o objecto poderia ter sido um OVNI.

E um usuário notou que o avistamento era perto de Nevada, a conhecida instalação de testes de aeronaves secretas da Força Aérea dos Estados Unidos  Área 51.

A notícia surge quando um avião secreto dos EUA tem orbitado a Terra há 500 dias.

Embora a actividade aeroespacial inexplicável seja rara, observações raras de OVNIs podem ser comuns nos EUA - em particular sobre a misteriosa área do Triângulo das Bermudas.

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Em nome do Pai, do Filho e da inteligência artificial. Ex-executivo da Google cria igreja para louvar máquinas


Anthony Levandowski, antigo executivo da Google e da Uber, criou uma igreja para louvar o que considera um deus: uma máquina com inteligência (artificial) superior à do homem.

Anthony Levandowski, antigo executivo da Google e da Uber para projetos de carros autónomos, afirmou uma entrevista à Wired que quer começar uma igreja para louvar a inteligência artificial. O engenheiro mecânico registou-se como líder da igreja em Maio, ou seja, na altura em que a Uber o despediu por ter usado propriedade intelectual da Google. Este episódio levou a que fosse aberto um processo judicial entre as duas empresas.

Apelidada com as siglas WOTF, a Way of the Future (em português, quer dizer “o caminho do futuro”) é uma igreja que quer “criar uma transição pacífica e suave entre o momento em que as pessoas mandam sozinahs no planeta e o momento em que mandam juntamente com máquinas”, segundo o site oficial da instituição. A WOTF acredita que um dia a inteligência artificial vai criar máquinas mais avançadas do que os humanos e que, por isso, estas serão vão tornar-se um deus que merece reverência.

Segundo Levandowski, para se fazer parte da igreja não é preciso doar dinheiro, apenas “passar a palavra” sobre a inevitável criação de uma super inteligência que poderá mandar nos humanos.

A inteligência artificial tem sido um dos grandes tópicos de 2017 na indústria tecnológica, com cada vez mais máquinas e softwares informáticos a utilizar programas que aprendem quanto mais são usados e tornam as tarefas mais rápidas. Desde a condução autónoma até gerir os dados pessoais em redes sociais, empresas como o Facebook, a Google e a Microsoft têm desenvolvido cada vez mais a tecnologia e usado em novas aplicações tecnológicas.

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Catástrofe para o mundo se super vulcão de Yellowstone entrasse em erupção hoje

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Se o gigante de lava lançar para a superfície sua força, as consequências poderiam ser catastróficas não só para os EUA, onde se encontra, mas para toda a humanidade.

O super vulcão no parque nacional de Yellowstone é uma caldeira gigantesca tapada e é tão grande que é possível vê-la somente da órbita baixa terrestre. A sua cratera é de 72 quilómetros de largura e seus canais subjacentes contêm várias dezenas de milhares de quilómetros cúbicos de material magnético.

O que aconteceria se uma parte desta força se transformasse em erupção? Não é ficção científica, pois catástrofes semelhantes já aconteceram antes.

Segundo Michael Poland, um dos vulcanologistas mais respeitados norte-americanos e cientista do Observatório do Vulcão de Yellowstone, essa caldeira de magma encontra-se em estado latente, comunica o portal IFL Science.

Claro que uma nova injecção de magma poderia ser suficiente para desencadear uma despressurização imediata com todo o conteúdo do sistema saindo à superfície para a atmosfera.

Para Poland, o pior dos cenários seria se toda a "barriga magnética" se esvaziasse numa explosão colossal super vulcânica. Vale destacar que a catástrofe já aconteceu três vezes no vulcão em questão: há 2,1 milhões de anos, 1,3 milhão de anos e há 640 mil anos.

A última erupção criou uma coluna irruptiva tão grande que cobriu cerca de 60% do território actual dos EUA com cinzas. Se tal explosão voltar a acontecer, primeiro o parque de Yellowstone se elevará um pouco. As fontes de águas termais vão aquecer rapidamente a temperaturas superiores à ebulição, existindo a chance de se tornarem extremamente ácidas.

Além do mais, registar-se-ia uma série de terramotos no centro da caldeira, impulsionando uma chuva de lava e cinza que alcançaria 25 quilómetros acima do nível do mar.

A cinza e a lava poderiam atingir velocidade de 482 km/h e exceder a temperatura de 1000°C. Se chover muito depois da erupção, os fluxos de material piroclástico e os depósitos de cinza se misturariam, convertendo-se em lodos de cimento.

Claro que qualquer ser vivo atingido pelo fenómeno morreria rapidamente.

Poland indica que, ao respirar o ar libertado pela erupção, os pulmões seriam rasgados. Além disso, milhares de lugares se tornariam inabitáveis. É extremamente difícil avaliar o número de vítimas.

Em nível global, a erupção poderia levar ao aumento da temperatura e formação de ciclones tropicais por muito tempo.

A agricultura seria afectada também pelo fenómeno natural, sem contar na distribuição de alimentos. O vulcanologista Michael Poland mostra-se pessimista no que diz respeito ao dano económico gravíssimo que seria causado pela erupção.

Contudo, Poland acredita que a erupção não levaria ao fim do mundo.

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Encontrada caixa com relíquias que poderão ser os restos mortais de Buda

Caixa com os restos de Buda encontrada por cientistas do Instituto Provincial de Relíquias e Arqueologia de Gansu

Uma equipa de arqueólogos chineses encontrou uma caixa com inscrições que indicam conter os restos cremados de Siddhārtha Gautama, o Buda. A descoberta ocorreu na região de Jingchuan, na China, juntamente com mais de 260 estátuas budistas.

Uma equipa de arqueólogos liderada por Hong Wu, investigador do Instituto Provincial de Relíquias e Arqueologia de Gansu, na China, encontrou uma caixa com o que poderão ser os restos cremados de Buda, enterrada junto a 260 estátuas budistas.

Uma inscrição na caixa explica que “os monges Yunjiang e Zhiming da Escola de Lótus, que pertencia ao Templo Mañjuśrī do Mosteiro Longxing em Jingzhou, reuniram mais de duas mil peças de śarīra [relíquias de Buda], assim como os seus dentes e ossos, e enterraram-nos no Salão Mañjuśrī deste templo em 22 de junho de 1013”.

No local onde as estátuas e os supostos restos do Buda se encontravam enterrados, os arqueólogos encontraram também os vestígios de uma estrutura que poderá ser o referido Salão Mañjuśrī. A inscrição revela que os monges “encontraram as relíquias por acaso“, que algumas “lhes foram doadas por diversas pessoas, e que compraram as restantes”.

Segundo explica ainda a inscrição, Yunjiang e Zhiming, que praticavam diariamente os rituais religiosos budistas, “passaram mais de 20 anos a reunir as relíquias do Buda para difundir o budismo e os seus ideais”.

As inscrições gravadas na caixa não mencionam as 260 estátuas budistas que foram encontradas perto dos restos do Buda. Os arqueólogos não sabem se estas estátuas foram enterradas ao mesmo tempo que os restos cremados.

(dr) Chinese Cultural Relics
A inscrição na caixa diz que “os monges Yunjiang e Zhiming reuniram mais de 2000 peças de śarīra”, as relíquias de Buda

Hong Wu afirma que as estátuas, que têm até 2 metros de altura, foram criadas entre a época da dinastia Wei (386 a 534 d.C.) e a dinastia Song (960 a 1279 d.C.). As estátuas incluem vários retratos do Buda: bodisatva (o que procura a iluminação), arhats (aqueles que encontraram a iluminação) e deidades, conhecidos como reis celestiais.

Poucas das estátuas têm inscrições. Uma delas tem a data de 26 de maio de 571, com inscrições que mencionam um “discípulo Bi Sengqing”, que pode ou não ter sido o criador da estátua.

“Percebi que estou confuso. Todos os dias me admiro com a sabedoria do Buda e contribuo com as minhas despesas diárias para lhe fazer um tributo, esculpindo uma estátua do Buda Śākyamuni, rezando por uma maior longevidade…”, lê-se na inscrição, cuja última linha não está legível.

Tanto os alegados restos mortais do Buda como as estátuas foram descobertas durante obras nas estradas da vila de Gongchi, no condado de Jingchuan, em dezembro de 2012. No ano seguinte, os arqueólogos fizeram escavações e detalharam as descobertas em 2016 na Wenwu. Os artigos foram recentemente publicados na Chinese Cultural Relics.

Segundo o Live Science, não é a primeira vez que os supostos restos mortais do Buda, que morreu há 2500 anos, são encontrados. Descobertas arqueológicas anteriores na China também revelaram restos humanos com inscrições segundo as quais pertenceriam a Buda – incluindo um osso do crânio encontrado dentro de um baú de ouro em Nanjing.

A equipa de arqueólogos irá agora proceder a análises mais detalhada das relíquias encontradas, de modo a determinar a sua autenticidade e confirmar se estes são, ou não, os restos mortais de Buda, o Príncipe Iluminado.

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Resistência aos antibióticos: o mundo à beira do apocalipse


Há dez anos que se comemora a 18 de novembro o Dia Europeu do Antibiótico. Para lembrar que não está longe o dia em que a resistência aos antibióticos poderá matar mais que o cancro

Parece um cenário apocalíptico, mas é baseado em previsões científicas e opiniões de especialistas. A continuarmos neste ritmo, em 2050 os problemas de saúde relacionados com a resistência a antibióticos matarão mais do que o cancro. Por ano, 390 mil pessoas morrerão por não conseguirem debelar uma infeção causada por uma bactéria. Transplantes, colocação de próteses e até um implante dentário podem estar em causa se nada de significativo acontecer para mudar o rumo.

Há dez anos que o dia 18 de novembro serve para lembrar um problema de todos os dias que passa muito por comportamentos desadequados. De médicos, farmacêuticos e doentes. "Este é um problema sério. Há um aumento enorme de super bactérias, uma seleção de raça", compara o investigador e professor Miguel Castanho, do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina de Lisboa, que trabalha neste momento no desenvolvimento de antibióticos de origem e modo de ação diferente das moléculas habituais. O que vem ao encontro do apelo lançado pela Organização Mundial de Saúde, indicando as situações mais emergentes, relacionadas com infeções provocadas pela Pseudomonas aeruginosa, Staphylococcus aureus e Enterobacteriaceae, para as quais já começam a faltar soluções terapêuticas. Isto porque, em algumas estirpes, estas bactérias apresentam alterações genéticas que lhes permitem sobreviver a praticamente todos os antibióticos disponíveis.

O aparecimento de resistências é um fenómeno natural, que ocorre simplesmente porque todos os seres vivos têm uma capacidade de adaptação. A questão é que o uso e abuso dos antibióticos acelera este processo. Daí que seja urgente encontrar alternativas.

"Corremos o risco de que infeções que eram, até agora [e desde o aparecimento dos antibióticos], consideradas de fácil resolução podem tornar-se fatais", sublinha Miguel Castanho, que lidera um consórcio internacional com dez grupos de universidades e empresas de cinco nacionalidades, com o objetivo de encontrar uma nova geração de antibióticos, denominados AMPs, capazes de eliminar bactérias que se tornaram praticamente invencíveis e resistentes. Casos há em que nem a dita bomba atómica, a molécula colistina, tida como derradeiro recurso terapêutico, funciona.

Mas cada um de nós também tem um papel a desempenhar neste problema, adotando medidas simples, mas cruciais, que nunca é demais repetir: não tomar antibióticos por iniciativa própria, seguir exclusivamente a recomendação do médico. Tomar o medicamento ao longo do tempo prescrito e respeitando os horários e dosagens; terminada a toma, entregar na farmácia as eventuais sobras.

Fonte: Visão

Aprovado o primeiro comprimido que avisa o médico de que foi engolido


Foi aprovado nos EUA o Abilify MyCite, o primeiro comprimido digital que garante a toma da medicação. Composto por comprimidos com sensores, um adesivo digital e uma aplicação móvel, o fármaco destina-se ao tratamento da esquizofrenia.

A Food and Drugs Administration, organismo regulador que vigia os medicamentos dos Estados Unidos, aprovou esta segunda-feira o primeiro comprimido digital. Chama-se Abilify MyCite e é o primeiro comprimido monitorizado que permite averiguar se os pacientes tomam a medicação e a que horas.

Os Abilify MyCite são comprimidos de aripiprazol para tratamento de esquizofrenia, que têm um pequeno sensor feito de silicone, cobre e magnésio, embebido no comprimido, que permite saber se foi ingerido.

O paciente ingere o comprimido e este, algum tempo depois e graças à ação do suco gástrico, ativa um sinal elétrico. O sensor envia a informação para um “penso-recetor“, previamente colado na zona das costelas do paciente, e este envia a informação via bluetooth para uma aplicação móvel.

O doente tem assim acesso à hora a que o comprimido foi tomado e à dosagem, e pode ainda autorizar o médico a consultar a informação sobre a toma do medicamento. O adesivo deve ser substituído semanalmente e é capaz de registar os níveis de atividade, as horas dormidas, os passos dados e ainda o batimento cardíaco.

Ainda assim, a deteção da toma pode demorar entre 30 minutos a duas horas, razão pela qual a FDA alerta que o mecanismo em questão não deverá ser utilizado para controlar a toma em tempo real ou durante uma emergência, até porque em alguns casos a toma pode até não chegar a ser detetada.

À semelhança de qualquer outro medicamento, o Abilify MyCite pode também causar efeitos secundários como “náuseas, vómitos, prisão de ventre, dores de cabeça, tonturas, falta de controlo nos movimentos, ansiedade, insónia e inquietação”, lê-se no comunicado divulgado pela FDA.

Depois de o comprimido ser lançado no mercado no próximo ano, a comunidade médica, ainda reticente, irá comprovar se esta nova tecnologia ajuda a garantir que a toma da medicação é realmente cumprida.

No entanto, nem todos podem tomar o Abilify MyCite, que não é recomendado a idosos com demência e doentes com alucinações, que podem sentir-se perseguidospor este sistema. Assim, é aconselhado que os profissionais de saúde façam um diagnóstico ao doente para averiguar se é capaz de o gerir.

O comprimido é o resultado de anos de investigação da farmacêutica japonesa Otsuka, que já vendia o medicamento Abilify desde 2002, e da empresa norte-americana Proteus Digital Health, responsável pela criação do sensor e do adesivo.

O Abilify MyCite surge da necessidade de assegurar que os doentes seguem o tratamento. Segundo o The New York Times, o não cumprimento da toma de medicamentos prescritos nos Estados Unidos tem um custo de cerca de 85,7 mil milhões de euros anuais, em boa parte porque o paciente volta a precisar de novos tratamentos e medicamentos.

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Magnífico evento espacial marcará céu em 17 de novembro

Chuva de meteoros

A 17 e 18 de novembro, os moradores da Terra terão a oportunidade de admirar um dos eventos espaciais mais belos – as Leónidas – que desta vez promete ser muito impressionante.

As Leónidas são as chamadas chuvas anuais de meteoros, que normalmente embelezam nosso céu em novembro, chegando ao seu ápice nas últimas horas do dia 17, continuando até o amanhecer de 18 de novembro.

Os astrónomos supõem que essa chuva de meteoros se origina da constelação de Leão e é associada à passagem do cometa Tempel-Tuttle. De acordo com o portal Space.com, esta chuva de meteoros é famosa por produzir as tempestades de meteoritos mais intensas da história. No entanto, este ano espera-se que ocorra com uma intensidade moderada: entre 10 e 20 meteoros por hora.

Em comparação com o ano passado, as condições para observar as Leónidas serão perfeitas, pois a Lua estará em sua fase nova e sua luz não impedirá a observação do fenómeno.

Os habitantes do hemisfério norte poderão observar melhor o espetáculo celeste, mas o fenómeno será observado também por aqueles que habitam o hemisfério sul.

Para admirar as Leónidas, não é preciso possuir equipamento especial, pois será vista a olho nu. Além disso, para uma boa observação é recomendado se ausentar das luzes urbanas.

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NASA cria pára-quedas supersónico para próxima viagem a Marte

Planeta Marte

No verão de 2020, a NASA planeia utilizar pára-quedas robóticos para aterrissagem no Planeta Vermelho em busca de amostras de solo.

A NASA revelou um vídeo com imagens do primeiro teste de paraquedas supersónico que parece estar pronto para ajudar a aterrissar uma sonda no Planeta Vermelho em 2020.

O rover Mars é um veículo motorizado que se desloca pela superfície marciana. O objetivo principal dele é determinar se em algum momento houve vida no planeta, caracterizar o clima e a geologia, bem como dar os primeiros passos rumo à exploração humana.

A construção de um paraquedas supersónico está diretamente relacionada à missão a Marte para obter amostras de solo. Destaca-se ser importante também encontrar uma maneira segura de aterrissar no planeta.

Unido ao foguete Black Brant IX com uma ogiva de 17 metros de altura, o paraquedas foi disparado a uma altitude de 50 km da base espacial Wallops Flight Facility da NASA, na costa leste da Virgínia, nos EUA.

O vídeo mostra como, a uns 40 km de altura, e viajando a uma velocidade 1,8 vez maior do que a de som, o paraquedas feito de nylon e kevlar é disparado da astro nave da NASA e aterrissa no oceano.

A agência espacial espera que a missão prepare o terreno para futuras explorações humanas. Maravilhado pelo êxito do paraquedas, Ian Clark, líder técnico do teste iniciado pelo Laboratório de Propulsão e Reação da NASA, anunciou no site da agência que o experimento foi uma viagem bastante emocionante:

"As imagens do nosso primeiro lançamento de pára-quedas são quase tão impressionantes de contemplar como cientificamente significativas. Pela primeira vez, podemos ver como seria estar em uma nave espacial lançando-se até o Planeta Vermelho com pára-quedas", partilhou.


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Meteoro ilumina céu sobre cidade Norte Americana

Imagem relacionada

Câmaras na cidade Norte Americana de Phoenix, Arizona, filmaram um meteoro caindo e iluminando o céu sobre a cidade.

O vídeo foi publicado na página do YouTube, no canal canadiano Weather Network.

As imagens mostram o meteoro iluminando o céu sobre a cidade por alguns segundos e depois apagando-se.

Meteoros são fragmentos de astros espaciais, que entram na atmosfera em alta velocidade e por causa disso se queimam, originando um clarão brilhante — estrela cadente.

Em outubro passado, habitantes da província chinesa de Yunnan tiveram oportunidade de observar a explosão de três meteoros que iluminaram o céu por cerca de cinco segundos.


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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Cortar e abrir o ADN, inserir um gene e fechar. Técnica inédita para curar doença


Cientistas realizaram pela primeira vez um edição genética dentro de um corpo

Cientistas procuraram editar pela primeira vez um gene dentro do corpo, para alterar permanentemente o ADN de uma pessoa numa tentativa de cura de uma doença, noticiou hoje a agência Associated Press.

A experiência foi feita na segunda-feira na Califórnia, nos Estados Unidos, num doente com 44 anos, que recebeu milhares de milhões de cópias de um gene corretivo e uma ferramenta genética para cortar o seu material genético num ponto exato.

O homem padece de uma doença metabólica chamada Síndrome de Hunter, caracterizada pela falta de uma enzima que controla determinados hidratos de carbono que se acumulam nas células e causam lesões no organismo.

Dentro de um mês, a equipa de investigadores saberá se a experiência está a resultar ou não. Ao fim de três meses, haverá conclusões definitivas.

Se o teste for bem-sucedido, poderá dar um novo impulso à terapia genética

Os cientistas têm editado genes com outros métodos, alterando células no laboratório que são depois implantadas nos doentes. Existem também terapias genéticas que não implicam a edição de ADN.

Estes métodos terapêuticos, contudo, servem para poucas doenças, alguns dão resultados que não são fiáveis, outros originam um novo gene, como se de uma peça sobressalente se tratasse, mas não permitem controlar a sua posição na sequência genética, podendo causar anomalias como o cancro.

A metodologia da equipa científica na Califórnia permitiu 'cortar' e 'abrir' o ADN, inserir um gene e fechar novamente o ADN.

A terapia inclui um novo gene e duas 'nucleases de dedo de zinco', uma classe de proteínas de ligação de ADN.

As instruções genéticas para cada um destes três elementos foram colocadas num vírus modificado, para que este não provocasse infeção. Milhares de milhões de células foram injetadas no doente.

As instruções 'viajaram' para o fígado, onde as células as usaram para produzir nucleases de dedo de zinco e preparar o gene corretivo.

As proteínas 'cortam' o ADN, permitindo que o novo gene entre na sequência genética. O novo gene direciona as células para produzirem a enzima de que o doente carece.

"Uma reparação invisível", segundo Sandy Macrae, presidente da empresa que está a testar a técnica em duas doenças metabólicas e na hemofilia.

A técnica pode apresentar, no entanto, um risco: é que não há maneira de apagar um erro genético que a edição possa eventualmente causar

Além disso, não irá reparar as lesões de que o doente sofre, apenas poderá evitar que tenha de receber tratamentos enzimáticos semanais, que são caros e não previnem danos no cérebro.

Estudos de segurança que irão ser feitos vão envolver um máximo de 30 adultos, mas a intenção dos investigadores é usar o método para tratar crianças antes de as lesões aparecerem.

Os doentes com Síndrome de Hunter podem ter infeções nos ouvidos, perda de audição, problemas respiratórios e cardíacos, na pele e nos olhos, nos ossos e nas articulações e nos intestinos.

Fonte: DN
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