sábado, 19 de agosto de 2017

Jesus era um astronauta?

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A origem extraterrestre de Cristo, sugerida em trechos da Bíblia, estaria sendo escondida para não destruir as antigas religiões do planeta.

TEORIA DA CONSPIRAÇÃO – A origem alienígena de Cristo

OBJETIVO – Negar a verdade para evitar o descrédito das igrejas tradicionais

Está escrito na Bíblia: Jesus Cristo era um ET. Pelo menos assim interpretam as escrituras os defensores da teoria de que Jesus chegou ao nosso planeta num disco voador, tomou a forma humana e espalhou conhecimento alienígena no Oriente Médio. As lideranças religiosas esconderiam a verdade para não destruir as religiões da Terra. Mas o complô ganhou um inimigo em 2003. Dom Fernando Pugliese, bispo da Igreja Católica Apostólica Brasileira, disse acreditar na origem extraterrena de Cristo. Pronto. Um religioso aceitava a tese do escritor Erich von Däniken no livro Eram os Deuses Astronautas?: as divindades vieram do espaço.

Formado em filosofia pela Universidade Gregoriana de Roma, na Itália, Dom Pugliese estuda mensagens ocultas na Bíblia. Ele tem sua própria interpretação para os ensinamentos cristãos. A estrela de Belém, que guiou os Reis Magos até a manjedoura de Jesus, seria uma nave espacial, porque se movia de forma inteligente, acompanhando a viagem dos nobres. A aparição da Virgem Maria na cidade de Fátima, em Portugal, seria uma manifestação ufológica, um robô em forma feminina controlado por um óvni. Jesus suava gotas de sangue por causa de características somáticas e psicossomáticas sobre o seu corpo humano. Embora nunca tenha visto um ET – apenas discos voadores –, Dom Pugliese acha que os anjos e arcanjos, assim como Cristo, têm origem alienígena. Segundo ele, as referências à vida extraterrestre estão no Antigo e no Novo Testamento, em mensagens cifradas.

Mais gente acredita que o maior símbolo do cristianismo tem algo a ver com os homenzinhos verdes. Se não, como explicar os milagres de curar doentes, multiplicar pães e peixes ou transformar água em vinho? Entre os crédulos está o francês Claude Vorilhon, ou simplesmente Raël, fundador do Movimento Raeliano. Autor do livro Extraterrestrials Took me to Their Planet (Extraterrestres Levaram-me ao seu Planeta, sem versão brasileira), Raël declarou em 1975 que se encontrou com Jesus, Buda, Moisés e Maomé no mundo de Elohim, o ser supremo. O criador da seita ufológica diz que todos os profetas que viveram na Terra foram enviados por Elohim. Logo, Cristo é um ET. Felizmente, segundo Raël, o filho de Deus foi clonado pelos alienígenas, que pegaram o DNA divino ainda na cruz. Assim estariam explicados os raios e tremores testemunhados na época, logo depois da morte de Cristo. Graças à clonagem, resultado de uma tecnologia de 25 mil anos, Jesus vive até hoje em outra galáxia, de onde voltará na hora certa.

Alguns escritores do movimento batizado de Nova Era, como Brad Steiger e Randolph Winters, simpatizam com a paternidade extraterrestre de Cristo. No livro The Fellowship: Spiritual Contact between Humans and Outer Space Beings(A Irmandade: Contato Espiritual entre Humanos e Seres Espaciais, sem versão brasileira), Steiger conta histórias de pessoas que garantem conversar com ETs. Uma delas explica que o Homem de Nazaré não era um deus, mas um mestre ascendente alienígena que encarnou para assumir um padrão físico mais aceitável aos humanos. Jesus voltará, mas não no Juízo Final. Ele descerá à Terra numa espaçonave, claro. Curiosamente, entretanto, não há compaixão nesse Cristo ET. Quem não atender as suas palavras será varrido do planeta.

A natureza extraterrena do messias pode ser comprovada por outros sinais, argumentam os adeptos da teoria. O anjo Gabriel visto por Maria seria um astronauta do alto de uma nave espacial, escondida pela intensidade do brilho das luzes. Foi um ET quem anunciou a gravidez à Virgem, invocando o nome de Deus para justificar o seu experimento médico. A concepção foi realizada, na verdade, por uma projeção de esperma através da luz emitida do óvni. Não deixa de haver ainda uma dose de misticismo, oculta nesse pretenso racionalismo científico: Jesus era “o corpo biológico de uma entidade espiritual cósmica”. Todos esses argumentos são encontrados em sites e publicações ufológicas, desde as mais sérias até as de qualidade duvidosa. A maioria não tem dúvidas de que João Batista, o primo de Jesus, também era um alienígena, pois certas interpretações dos Evangelhos dizem que ele havia sido “levado para o céu no interior de um objeto voador”.

ETs DIVINOS

Os conspiradores esconderiam muito mais segredos. Toda a linhagem de personagens bíblicos, do Gênesis ao Apocalipse, seriam astronautas de outras galáxias, como defende Däniken. A lista é variada: os anjos que revelaram a Ló a destruição de Sodoma e Gomorra ou conduziram os judeus na fuga do Egito, o carro de fogo que levou o profeta Elias para o céu, as visões de Deus do profeta Ezequiel, a arca utilizada por Noé durante o dilúvio. Segundo seguidores da teoria extraterrestre, todas essas descrições correspondem perfeitamente a espaçonaves alienígenas. Para colocar mais lenha na fogueira, em 1995, o padre italiano Piero Coda propôs uma questão aos seus colegas de Vaticano. Ele queria saber se a morte de Cristo na cruz também salvou as criaturas de outros planetas. Embora não tenha citado um salvador ET, Coda acabou admitindo a hipótese de que Deus poderia ter criado a vida em outros lugares do universo.

Um documento apócrifo, escrito no segundo século antes de Cristo, costuma ser apresentado como mais uma prova do messias alienígena. O livro do profeta Enoque, bisavô de Noé, relata algumas passagens inspiradoras aos simpatizantes da teoria. Entre as quais, “200 anjos desceram e tiveram relações amorosas com as filhas da Terra, que deram nascimento a gigantes”. Seria um dos mais antigos registros de casos de sexo entre humanos e ETs, tema preferido da ufologia moderna.

As mensagens cifradas da Bíblia, repletas de figuras de linguagem, realmente dão margem a diversas interpretações. Sempre há espaço para novas soluções, como envolver o mais famoso autor de milagres de todos os tempos. Uma coisa é certa. Se Jesus era mesmo extraterrestre, o papa Francisco e a Nasa terão em mãos a maior agência de turismo do mundo.

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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

O GENE LUSITANO EXISTE REALMENTE


Os descendentes dos lusitanos possuem dois genes próprios: o A25-BIS-DR2 e o A26-B38-DR13.

O Estudo dos Genes de Histocompactibilidade (HLA), revelou que os Lusitanos (habitantes do Centro e Norte do actual território português) possuem aqueles dois genes. Mais incrível é que o A26-B38-DR13 é o mais antigo da humanidade, e o A25-BIS-DR2 apenas existe nos Lusitanos.

Encontrei um artigo que explica este assunto, contudo, está também ele cheio de opiniões... enfim! Trancrevo o que importa:

"O trabalho aqui reproduzida de forma livre, essencialmente tem uma alteração, o termo artificial "português" (ou portuguesa) foi substituído pelo termo étnico-racial ou nativo Lusitano. Não no sentido político mas sim no científico. E porquê? 

Porque é a única forma de o texto fazer realmente sentido. Como todos sabemos (ou deveríamos saber) os portugueses não são assim tão antigos, nem sequer se trata de uma raça, os portugueses étnicos são apenas um povo mestiço racialmente (ou maioritariamente) branco de diversas origens, que só começou a aparecer no século X da nossa Era, e que teve aparecimento oficial um pouco mais tarde, no século XII com a independência e o reconhecimento do Reino de Portucale ou Portugal. 

Muito embora os antepassados dos mestiços portugueses tenham aparecido antes, no século I da nossa Era com o estabelecimento dos primeiros colonos romanos e de outros povos e mercenários da península Itálica, e mais tarde no século V com as primeiras invasões barbaras de povos germânicos, principalmente Visigodos. 

Estes dois povos (essencialmente eram militares, governantes ou cobradores de impostos), romanos e godos, que na verdade eram uma minoria ou uma gota de água no oceano da população nativa Lusitana, quando apareceram por cá e se misturaram com a elite colaboracionista Cónia e Calaica (repita-se, a elite Calaica e não o povo Calaico, é na verdade o antecedor directo do étnico português), enquanto a elite Lusitana foi toda exterminada em combate, já nós Lusitanos étnicos cá estávamos. 

Nós Lusitanos (aqui empregue de forma genérica ou abrangente, pois incluímos também os Calaicos, os Cónios, os Turdulos, os Célticos e outros povos nativos) já cá estávamos milhares de anos antes do aparecimento dos portugueses e ainda cá estamos! Estes portugueses repita-se, são um povo mestiço não nativo de origem estrangeira, com algum sangue (muito reduzido) das elites nativas colaboracionistas, daí este povo minoritário os "portugueses" serem ainda hoje um povo elitista, eles são uma gota de água, são uma minoria de quase meio milhão de pessoas dentro do oceano dos dez milhões de Lusitanos (incluindo outros povos nativos) que vivem em Portugal e mais quatro milhões no estrangeiro. Na verdade esta alteração do termo trata-se de uma correção ao texto original.

O Lusitano actual é dolicocéfalo, ortocéfalo (quase camecéfalo), metriocéfalo (quase acrocéfalo), levemente eurimetópico, de buraco ocipital mesossema (quase megassema), leptoprósopo, cameconco ou mesoconco, leptorrínico, fenozígico (quase criptozígico), mesostafilino (quase leptostafilino), ortognata e megalocéfalo.Para aqueles que tanto apregoam a extinção dos Lusitanos, para aqueles que persistem em dizer que o povo português é um povo latino, ou que o termo português é o mesmo que o Lusitano, ou que os povos nativos de Portugal são étnicos portugueses, entre outras barbaridades que ao longo dos últimos séculos foram impostas por uma classe governante corrupta a todo um país e aos seus povos, aqui estão algumas respostas...

A ORIGEM DO POVO LUSITANO QUE AINDA HABITA ACTUALMENTE PORTUGAL É INCRIVELMENTE ANTIGA. SOMOS MARCADOS COM UM GENE QUE NÃO EXISTE EM MAIS NENHUM LUGAR DO MUNDO. SOMOS OS ÚLTIMOS SOBREVIVENTES DE UMA ANTIQUÍSSIMA RAÇA IBÉRICA PRÉ-MEDITERRÂNICA. VIVA A DIFERENÇA!

Os cientistas estão certos das particularidades genéticas dos cidadãos portugueses descendentes dos Lusitanos, particularmente os Lusitanos que ainda habitam as montanhas isoladas, as aldeias e vilas do interior Beirão. O porquê das nossas diferenças é simples: não nos deixámos misturar com os Norte-Africanos do Paleolítico, da chamada raça Mediterrânica, portanto, não temos o gene do Mediterrâneo, como o têm os Cónios do barrocal Algarvio; nem nos deixámos absorver completamente pelos Indo-Europeus, especialmente os Celtas, apesar da forte influência cultural e linguística destes últimos sobre nós, especialmente sobre os Calaicos a norte do Douro. O que prova isolamento, e temos dois genes específicos, sendo que um deles não foi encontrado em mais nenhum lugar no Mundo. Somos únicos.

[...]

O povo Lusitano de Portugal, queremos dizer, a grande maioria da sua população, e dizemos isto com orgulho desenvergonhado, é o mais antigo povo da Europa. Os Lusitanos já cá estavam (e ainda cá estão!) antes dos romanos ou portugueses aparecerem! Não são só as fronteiras políticas, essas já passaram de moda e ninguém se interessa. Somos nós. E não somos nós quem o diz, são uma série de peritos portugueses e (espante-se) espanhóis, que ganham a vida a estudar genes e ligações genéticas.

Estes cientistas juntaram-se na Universidade de Coimbra, no Centro de Histocompatibilidade do Centro, e viraram ao contrário o nosso passado genético, supostamente latino, como quem faz uma genealogia da família. Compararam os nossos genes com os dos espanhóis, incluindo os bascos, com os dos italianos, incluindo os sardos, e com o dos argelinos, especialmente os berberes, e concluíram, entre muitas outras coisas, que o povo que habita Portugal, os Lusitanos, tem genes únicos no Mundo, que não tem vestígios fortes dos povos norte-africanos do Paleolítico que há milhares de anos habitaram a Península Ibérica e que não partilha dos mesmos genes que abundam nos povos do mediterrâneo. Ou seja, somos uma excepção. 

Este estudo exaustivo, centrou-se principalmente, em desvendar as relações genéticas entre bascos, espanhóis, argelinos (de origem berbere e não árabe) e "portugueses" (os Lusitanos, queremos dizer). Sem descurar as evidências culturais, linguísticas e geológicas dos últimos séculos. E prova-se aqui que, por mais que tentemos ser europeus, ou latinos, nunca o seremos. O passado não deixa.
[...]

As invasões Indo-Europeias, especialmente as Celtas, trataram de estragar o arranjo que estava feito, e estes povos do centro da Europa aqui ficaram até à chegada dos romanos e dos seus aliados e mercenários germânicos, que acabaram corridos pelos árabes e berberes agora islamizados, que por sua vez, vieram a ser expulsos totalmente da Ibéria em 1492. 

Parecendo a História assim tão simples, é de estranhar que a nossa composição genética não seja mais do que um somatório de genes destes povos todos, aqui descritos, e de mais alguns outros cuja influência foi menor e que não fazem a diferença, nesta pequena descrição. Com os espanhóis, por exemplo, essa adição é quase uma realidade, mas, quanto aos Lusitanos (ou, portugueses, como alguns preferem), estes, são feitos de outra massa. E aqui entramos na história genética e no estudo efectuado pela Universidade de Coimbra que relaciona todos os povos da actual Ibéria com os argelinos de origem berbere (e não com os argelinos arabizados, embora a religião e a cultura hoje seja a mesma), tentando para isso descobrir o berço de cada um deles ou, em termos técnicos, o fundo genético. Pode-se começar por dizer que o estudo concluiu que os portugueses, bascos, espanhóis e argelinos berberes estão mais próximos uns dos outros que os restantes europeus, geneticamente falando, claro. 

Mas as grandes diferenças estão no princípio dos tempos. E a nossa particularidade também. É que o único povo que não tem uma frequência genética herdada dos norte-africanos do Paleolítico é o Lusitano (ou português, como muitos gostam de ateimar). Em todos os outros, em especial nos bascos, ela abunda. Os cientistas arriscam explicar que esta diferença se deve à possibilidade de as tribos Ibéricas que aqui habitaram durante o Paleolítico serem diferentes umas das outras e tenderem para o isolamento, o que também é possível. Outro gene que nos falta para sermos parecidos com os nossos vizinhos da Península Ibérica e com os argelinos (de origem berbere, não se esqueça) é a frequência existente em todos os povos mediterrâneos. Não a temos, nem nós nem os bascos, e daí a comparação que se tem feito entre portugueses (etnicamente Lusitanos) e bascos. Em relação a este povo, ao qual também falta o gene mediterrâneo, os peritos encontraram outro gene que só eles têm. Esta particularidade é explicada através da sugestão de este gene ser uma marca da antiga população basca que ainda não foi diluída devido a um certo isolamento ou um baixo grau de mistura com outros povos. O que faz algum sentido, tendo em conta os bascos dos dias de hoje. O mesmo poderá ser válido em relação aos Lusitanos de hoje, mas só àqueles que se mantém racialmente puros,como são os que habitam no interior montanhoso da Beira. 

Apesar das particularidades deste povo, as suas semelhanças com argelinos (berberes) e espanhóis foram também provadas e são bastante fortes. Assim, dizem os demais peritos, espanhóis e bascos partilham uma frequência elevada do mesmo tipo de genes: da antiga Europa Ocidental, dos norte-africanos do Paleolítico e dos Celtas da Europa Central. Mas há mais: os bascos e os argelinos têm em comum um específico gene que nem nós Lusitanos nem os espanhóis conhecemos. 

A língua basca foi outro factor a ter em conta na procura do fundo genético deste povo. Descobriu-se então que a sua língua é bastante parecida com a dos berberes do Norte de África, o que suporta ainda mais a teoria de que os bascos descendem parcialmente dos norte-africanos do Paleolítico. Quanto aos espanhóis, esses, originam de quase todos os povos aqui referidos (embora o grau de parentesco varie de região para região espanhola), e têm ligações fortes tanto com os outros povos ibéricos (Lusitanos e bascos) como com os argelinos (berberes). A relação genética entre berberes e espanhóis é uma certeza. A origem deste povo é coincidente com a dos bascos e argelinos no que se refere à herança genética dos norte-africanos do Paleolítico. Além disso, os espanhóis partilham com os argelinos um gene que só eles têm: o característico dos povos mediterrâneos. As ligações entre argelinos e espanhóis são também consideradas fortes. Sendo que aos primeiros só lhes falta o gene trazido pelos Celtas para a Península Ibérica para terem a mesma origem dos nossos vizinhos. Não fosse ainda um gene particular que também só este povo da África do Norte tem e que mais uma vez prova a falta de misturas. 

As particularidades dos Lusitanos, hoje, são portanto, várias e vastas. 

Diz o estudo: "Apesar de os portugueses (diga-se, portugueses de origem étnica, descendentes ou de sangue Lusitano) terem também sofrido as invasões dos povos da Europa Central e Oriental durante o 1º milénio antes de Cristo, o grau de similitude genética entre o povo português (Lusitano) e os outros grupos étnicos (espanhóis e bascos) da Península Ibérica não é certa". O porquê das nossas diferenças é simples: não nos tendo misturado com o norte-africano do Paleolítico, não temos o gene do mediterrâneo, nem nos deixámos absorver pelos Indo-Europeus (Celtas), o que prova isolamento, e temos dois genes específicos, sendo que um deles não foi encontrado em mais nenhum lugar no Mundo. Em relação aos Italianos (ou latino-romanos), a nossa semelhança ou parentesco com eles é geneticamente nula, ou seja, nenhuma. Hoje, no nosso país, apenas se fala uma língua, o Português, não originada, mas influenciada pelo latim dos Italo-romanos. 

Os nossos dois genes que marcam a diferença - também marcada pela ausência de genes comuns aos outros povos, ibéricos e argelinos - fazem com que os Lusitanos que hoje habitam em Portugal, sejam uma população relativamente distinta entre os ibéricos. Mas quem são estes "heróis"? Um chama-se A25-BIS-DR2, só foi encontrado nos portugueses de origem étnica Lusitana entre os europeus, apesar de também existir no Brasil e na América do Norte, sendo que esta propagação se deve, obviamente, à nossa tendência de emigrar e de só nos misturarmos além-mar. O outro gene, e o mais particular que prova sermos a população mais antiga que por esta Europa anda, tem o nome de A26-B38-DR13. Sobre este só se sabe que terá existido nos primeiros ibéricos ocidentais. 

A estes genes portugueses foi adicionado o gene Europeu, que para aqui veio através dos Celtas. E foi esta mistura que deu origem aos Lusitanos (e aos outros povos nativos), que ainda hoje habitam maioritariamente em Portugal. Definidos neste estudo "como os mais corajosos e temidos guerreiros ibéricos contra os invasores romanos". Qual latinos, qual quê!
Por outro lado, foi sem surpresa que os cientistas confirmaram em estudos de genética populacional que os Lusitanos (ou, cidadãos portugueses de origem étnica Lusitana) têm uma influência africana reduzida no seu património genético. A História e a geografia já o contavam noutra linguagem. Um dado intrigante emergiu, porém, das observações, o de uma concentração da influência africana no Norte de Portugal, sem aparente explicação. Um estudo da Universidade da Madeira, porém, veio agora esclarecer o mistério, ao estabelecer duas migrações africanas distintas para a Península Ibérica, com milhares [não apoiamos este tipo de datação] de anos de intervalo. 

Que a influência genética de África (berbere da Argélia e de Marrocos) exista no Sul do País, como defacto acontece, não surpreende ninguém. Pois estiveram ali estabelecidas durante alguns séculos, já numa época tardia, ou seja, no sétimo século da nossa Era, populações semitas árabes e berberes muçulmanas oriundas do Norte de África. Mas uma evidência tão marcada em terras nortenhas sempre pareceu estranha. O estudo internacional "HLA genes in Portugal inferred from sequence-based Typing in the crossroad between Europe and Africa", liderado pelo investigador Hélder Spínola, do Laboratório de Genética Humana da Universidade da Madeira, caracteriza pela primeira vez a população portuguesa de origem Lusitana para três genes que estão associados ao sistema imunitário: o chamado sistema HLA. Ao fazê-lo, lança uma nova luz sobre esta realidade. E também sobre a própria História. 

De acordo com os resultados da pesquisa, que foram publicados na revista científica "Tissue Antigens", as influências africanas identificadas a Norte e a Sul não são as mesmas, e correspondem afinal, "a movimentos populacionais diferentes, com cerca de 4 ou 5 mil anos de diferença entre si, e com origem em zonas distintas daquele continente", explica Hélder Spínola. E sublinha "Esta diferença entre as características de origem africana encontradas a Norte e a Sul do país era completamente desconhecida até agora".

[...] esta marca norte-africana, que em termos genéticos, caracteriza a maioria da população portuguesa no Sul do País. 

Além da clarificação histórica, e deste novo "retrato bipolar", a pesquisa dos "detectives" genéticos trouxe outra novidade. A de que na região centro (nas Beiras portanto, o coração da Lusitânia) aquelas características norte-africanas não existem, sobressaindo, por outro lado, marcas genéticas trazidas pelas migrações Célticas e (em muito menor escala) pelas invasões bárbaras (germânicas portanto) e que ocorreram entre a primeira e a segunda grande vagas africanas do Magrebe. 

Isto não significa que a população actual que vive em Portugal seja toda a mesma. A base genética pode ser a mesma, só que as diferenças regionais agora encontradas permitem traçar as suas origens até muito longe no passado. De resto, era este estudo antropológico, que não estava ainda feito, o primeiro objectivo do trabalho. 

A interpretação para esta espécie de "enclave Indo-europeu" ao centro (na região central da Lusitânia, onde hoje habitam os Lusitanos etnicamente puros) é clara para nós, foi aqui, que a pressão dos povos Celtas mais se fez sentir, o que impediu a diluição das populações vindas do Norte de África. 

Não acabam aqui as novidades. Recorrendo ao estudo dos três genes ligados ao sistema imunitário, a pesquisa é mais um passo em frente também para a medicina (principalmente, para os transplantes) já que, ao caracterizar a actual população Lusitana (ou portuguesa, como se queira) para estes genes, ajudará a calcular com uma aproximação maior a probabilidade de dadores compatíveis. 

Para a variedade. Ao contrário de muitos outros genes, que são razoavelmente idênticos para a generalidade da espécie humana, os do sistema HLA, que se situam no cromossoma seis, possuem uma particularidade, têm muitas variações possíveis (a que os geneticistas chamam poli formos), consoante as populações e as suas geografias regionais. Bom, mas esta questão já não faz parte do nosso trabalho. 

Resumindo; Nós não concordamos com o todo deste texto mas concordamos com o essencial, que desmistifica a falácia ou a mentira portuguesa de os Lusitanos e os portugueses serem o mesmo povo. 

É verdade que existe em Portugal um povo que fala uma língua neo-latina, ou por outro lado podemos dizer que em Portugal existem vários povos unificados sob uma mesma língua, os nativos e a elite mestiça portuguesa, apesar de desde sempre (desde a formação de Portugal, queremos dizer) terem governado este país, eles portugueses são uma pequena minoria comparados com o resto da população nativa. 

Estes portugueses de origem estrangeira, étnicos neo-latinos ou godo-romanos, não devem ser confundidos com os cidadãos "portugueses" nativos étnicos Lusitanos (Calaicos, Conios e outros), porque os nativos Lusitanos apenas são "latinos" pela língua e cultura que foram obrigados a adoptar (progressivamente) desde à quase dois mil anos, mas não o são etnicamente, porque etnicamente (e racialmente falando...) estes "portugueses" nativos ou Lusitanos são isso mesmo nativos Lusitanos! 

E já cá estávamos (e estamos!) milhares de anos antes do aparecimento dos portugueses, agora, os étnicos portugueses mestiços neo-latinos, estes sim descendem de povos latino-godos (ou italo-germânicos) e mais um ou outro, alguns da velha Aristocracia nativa que não foi aniquilada pelos romanos e germânicos (...). 

Os romanos ou Italo-latinos que vieram e se instalaram por cá foram muito poucos, depois de servirem as legiões ou chefiarem a administração do Estado, eles sempre regressavam quase sempre às suas terras de origem na península Italiana ou noutra província do Império Romano (...). 

Só após a total pacificação das Terras Lusas no século I da nossa Era, é que apareceram os primeiros colonos estrangeiros e as suas "villas", são estes que deram origem à actual elite portuguesa [nem tanto...]. Quanto aos mercenários bárbaros de origem germânica (principalmente godos) que adoptaram a língua e a religião romano-cristã e substituíram a administração do império romano na Lusitânia (e noutras colónias do império romano decadente), estes embora ficassem por cá, como elite governativa não se misturavam (eram nobres, guerreiros e sacerdotes) com os nativos e eram menos de dois por cento em relação ao total da população nativa da Lusitânia. (...) 

E os portugueses neo-latinos (...) vivem no Porto e em Lisboa, mais os seus enclaves em Cascais, Coimbra, costa litoral Algarvia e pouco mais, porque no resto do país vive ainda a sua população maioritariamente nativa ou Lusitana. 

Quanto à minoria Lusitana deste país, na verdade eles são a grande maioria da actual população de "Portugal", melhor sentido teria o país se fosse adotado oficialmente outra vez o nome Lusitânia e Lusitanos, ou no mínimo criar-se oficialmente, como fazem outros países, a sua região Lusitana no solar da nação Lusitana, nas Beiras. 

Não é por os Lusitanos não terem consciência da sua verdadeira identidade étnico-cultural Lusitana ou por a sua língua nativa original ter desaparecido que eles deixam de ser etnicamente Lusitanos. Porque o são! Embora a população racialmente pura Lusitana esteja confinada às vilas e aldeias montanhosas da Beira interior, e eles sejam em número de cerca de um milhão de pessoas, não é por o resto da população de "Portugal" ser descendente de Lusitanos (maioritariamente) ou terem sangue de outros povos pré-romanos, como os Calaicos, Turdúlos e Cónios, entre outros, que deixam também de ser Lusitanos. 

A população actual deste país é racialmente quase a mesma de à dois mil anos. São Lusitanos mais uma pequena minoria de origem estrangeira. E o país deveria portanto alterar o seu nome oficial para o de sempre, ou seja, para Lusitânia, porque o povo é maioritariamente Lusitano! Além disso, os Lusitanos já aqui existiam centenas ou mesmo milhares [não seguimos este tipo de datação] de anos antes de aparecerem na península Itálica os próprios romanos, que refira-se de passagem, não eram um povo racialmente puro, eram um bando de ladrões de várias procedências étnicas que estabeleceram no seu acampamento na região do Lazio uma base para atacarem os povos vizinhos e adoptaram o nome da tribo latina dos Sabinos, só após a submissão dos povos itálicos vizinhos é que este povo mestiço (à semelhança dos actuais EUA) fundaram a sua Roma e roubaram o mito dos irmãos gémeos alimentados pela loba (já alguém viu coisa semelhante?) aos vizinhos Etruscos, e a sua língua crioula (o latim) se impôs no mundo através de legiões de mercenários e escravos [falso - a mentalidade geneticista do autor do texto está demasiadamente fixada na questão da pureza racial, ao ponto de transferi-la ao sistema da linguagem; neste caso, o latim, por ter tido contacto com várias outras línguas, foi preservando e integrando todas as distinções linguísticas possíveis, e impôs-se, e permaneceu, em grande parte pelas suas qualidades de clareza e precisão; por outro lado, não é apenas a genética que conta, e são os Lusitanos um povo católico-Romano]! (...)".

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É para travar melhor. Continental reinventa a roda


A Continental dá a conhecer um novo protótipo, a que deu o nome de New Wheel Concept, especialmente interessante para os veículos eléctricos. Promete maior eficácia na travagem e custos mais baixos.

Tal como o próprio automóvel, também os seus diferentes componentes estão em constante evolução. Como demonstração mais recente desse facto, surge agora a última criação do fabricante alemão de pneus Continental, que decidiu reinventar a própria roda – não o pneumático, mas a jante. Concebendo um protótipo a que deu o nome de New Wheel Concept e que, garante o fabricante, apresenta várias vantagens face às soluções ditas tradicionais, nomeadamente no que aos veículos eléctricos diz respeito.

Traduzida numa espécie de jante dupla, a criação da Continental é composta por duas secções: uma exterior, que o fabricante designa de “aro da roda”, e uma outra, interior, denominada “vector da estrela”, que incorpora o disco de travão, em alumínio.


Relativamente ao design vanguardista, a companhia alemã defende que optimiza a travagem, desde logo, graças à redução de peso do conjunto e a uma melhor dissipação do calor gerado, ambas fruto do recurso ao alumínio. Isto, ao mesmo tempo que elimina as deficiências de travagem por vezes presentes nas soluções tradicionais, frequentemente sujeitas à corrosão, reduzindo igualmente os custos de manutenção, uma vez que o disco em alumínio está concebido para durar o tempo de vida do carro.

Nos veículos eléctricos, é crucial que o condutor desperdice o mínimo de energia possível na fricção da travagem”, afirma o responsável pelo pré-desenvolvimento de sistemas de travagem no departamento de chassi e sistemas de segurança, Paul Linhoff. Recordando que, “durante a desaceleração, o momento é aproveitado pelo veículo para recuperar energia, de forma a aumentar a autonomia. Essa é, aliás, uma das razões por que o condutor continua a actuar sobre o pedal do travão – o que, no entanto, não significa que os discos de travão estejam a ser utilizados”.

No caso do sistema agora apresentado, a parte interior do “vector da estrela” surge presa ao cubo da roda, ao passo que o disco de travão está acoplado ao suporte da roda. Com a travagem a ser feita a partir de dentro, utilizando um raio de fricção mais amplo.



Por outro lado, e fruto da redução no peso, devido à utilização de materiais leves na concepção tanto da roda, como dos elementos de travagem, o carro necessita de menos energia para acelerar e manter a velocidade, aumentando assim a autonomia. Ao mesmo tempo que, no caso específico dos veículos eléctricos que utilizam sistemas de travagem regenerativa, recorrendo ao motor para desacelerar, os próprios componentes físicos do sistema de travagem acabam por ser menos utilizados, sofrendo menos desgaste. Permitindo, por exemplo, que um disco de travão em alumínio dure a vida do carro, com as pastilhas a manterem-se como o elemento sujeito a maior degradação.

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Novo helicóptero brasileiro sem piloto dá para uso militar, industrial e particular

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É do Brasil que vem um novo aparelho aéreo que fica na fronteira entre helicóptero e drone. Criado pela FT Sistemas, este novo helicóptero sem piloto é grande o suficiente para poder ser utilizado numa grande variedade de situações, com a empresa brasileira a anunciar o seu uso em plataformas de defesa, segurança, infra-estruturas, agricultura, ambiente, seguros e logística.

O helicóptero FT-200 FH tem capacidade para transportar até 50 kg de carga útil. O seu motor de 16,5 kg pode funcionar com gasolina ou querosene, e ao contrário da maioria dos drones com motor elétrico, consegue funcionar durante muito mais tempo, até uma altitude de 12.000 pés (4000 metros) e durante 12 horas. O sinal de controlo funciona até 100 km, mas a FT pode ampliá-lo até 200 km.

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O novo FT-200 FH pode ser equipado com sistemas de vídeo remotos, para emissão e receção de informação. Também pode ser equipado em simultâneo com sensores infra-vermelhos, a laser ou radar. O movimento é feito através de dois rotores paralelos, eliminando a necessidade de um rotor traseiro.

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Bola extintora apaga incêndios em segundos

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Os pequenos incêndios urbanos podem ter consequências desastrosas atendendo a que, muitas vezes, os mesmos deflagram sem que ninguém registe o momento do seu início. Contudo, uma das soluções mais simples pode passar pela adoção de um novo dispositivo em forma de bola que permite extinguir pequenos fogos de forma automática e praticamente imediata. Além disso, este produto tem a virtude de ser manuseável por qualquer pessoa, com ou sem treino.

Com um peso em redor dos 1,3 kg, a Elide Fire Extinguishing Ball (assim é a sua denominação completa) assume-se como um grande passo em frente no combate aos incêndios urbanos e até naqueles causados pelos automóveis, ativando-se em contacto com o fogo e atuando num intervalo entre os três e os dez segundos.

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Foi esta mesma conjunção de fatores – a portabilidade, simplicidade e eficácia – que chamou a atenção de Luís Vieira, representante da Elide Fire Portugal, quando tomou conhecimento deste produto através de um vídeo na Internet, reconhecendo desde logo o potencial desta ‘bola’ que, não sendo mágica, nem de cristal, pode ser de grande utilidade em situações de emergência.

Drama tailandês deu origem à ideia

A ideia original, como em tantos outros casos em que novos dispositivos são criados, surgiu de um momento dramático. Mais concretamente, por aquele vivido pelo tailandês Phanawatnan Kaimart, depois de, em 1997, ter sobrevivido a um grande incêndio num hotel em Pattaya, no qual morreram quase cem pessoas. Perante esta situação, o titular da patente começou a estudar formas mais eficientes e seguras de combate a fogos localizados.

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Do estudo à prática, Kaimart elaborou então este dispositivo que pode ser instalado num ponto fixo ou utilizado manualmente, conforme explica ao Motor24Luís Vieira, sócio-gerente da Record Reference, que é, representante da marca em Portugal.

“A bola pode ser colocada num ponto estratégico, como por exemplo, junto ao motor de um veículo, motor de um barco, servidores, geradores, quadros elétricos, armazenamentos de óleos e produtos inflamáveis de uma oficina, garagens, etc.”, começa por apontar, enaltecendo ainda que a mesma só funciona com a chama e não com o calor, pelo que a sua utilização em tempo muito quente em pontos mais tórridos está salvaguardada.

“Após o contacto com a chama, [a bola] autoativa-se entre três a dez segundos, cobrindo uma área 8 a 10 m2, emitindo um sinal sonoro que também funciona como alarme de 120 a 140 decibéis no momento do rebentamento. Pode também ser utilizada de um modo manual. Basta para isso atirá-la para o foco de incêndio”, acrescenta ainda, estabelecendo para a Elide Fire Extinguishing Ball uma mais-valia de simplicidade de manuseio que o extintor não terá. No entanto, note-se, esta bola é sempre apresentada como um dispositivo com relação de complementaridade em relação ao extintor.

“A Elide Fire ativa-se sozinha após contacto com o fogo, o extintor não se ativa sozinho. A bola também se pode mandar para um foco de incêndio e é de fácil manuseamento, pesando aproximadamente 1,3 Kg, acessível a pessoas de mobilidade reduzida, crianças e idosos. O tradicional extintor, além de ser pesado, muita gente não o sabe manusear e a pessoa tem de estar perto do fogo para o apagar. Com a Elide Fire basta atirá-la para o fogo, sem haver necessidade de se aproximar do foco de incêndio”, argumenta, sendo ainda apontado que estas bolas não carecem de inspeção técnica do seu composto.

Para quem teme, ainda assim, a aproximação ao fogo ou os efeitos do rebentamento da bola no ato da libertação do seu composto químico, Luís Vieira garante que “não existe qualquer perigo ou dano ao ser humano, daí não existir qualquer perímetro de segurança”.

Além do seu funcionamento interior para extinção de incêndios, a Elide Fire também foi desenvolvida para utilização em automóveis, podendo “até ser fixa junto ao motor do carro para que, quando este começar a arder, se acione sozinha, não deixando propagar o fogo. A bola serve para extinção de incêndios de classe A/B/C, elétricos ou eletrónicos, sem danificar os equipamentos, porque não é corrosivo”.

“Nas empresas, a bola pode ser colocada junto aos servidores, evitando a danificação dos mesmos em caso de fogo. Nos automóveis, a bola pode estar colocada junto ao motor ou mesmo na bagageira, sendo usada em caso de emergência. Nas escolas, nas IPSS, nos lares, a bola é útil, eficaz e segura”, afirma.

Técnica da bola

Com formato esférico e menos de 1,5 kg de peso, esta Elide Fire Extinguishing Ball tem um largo espectro de atuação, podendo ser usada na extinção de fogos de materiais sólidos e líquidos inflamáveis, em incêndios com gases combustíveis e em equipamentos elétricos até 5.000 volts.

Na explosão emite sempre um sinal sonoro entre 120 e 140 dba (decibéis), sendo o seu agente ativo um pó químico composto por monofosfato de amónio, que apaga fogos numa área de oito a dez metros quadrados e de volume entre 30 a 35 metros cúbicos, sem danificar os materiais e sem prejudicar o meio ambiente.

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Além do monofosfato de amónio de que está repleta, esta bola está “revestida com esferovite sem clorofluorcarbonetos (CFC) e contém uma carga espalhadora com rastilho. O pó é biodegradável, pelo que a bola é amiga do ambiente e não é prejudicial à saúde humana. Tem uma garantia de cinco anos sem manutenção, findos os quais pode enterrar a bola, porque o pó que esta contém serve de fertilizante”, aponta Luís Vieira.

Encontrando-se já em 21 países, a invenção de Phanawatnan Kaimart já recebeu várias distinções, dentre as quais o prémio europeu Eureka, medalhas de ouro nos prémio WIPO e KIPA, além de idênticas atribuições de medalhas por parte da Agência Federal de Ciência e Inovação da Rússia e do Conselho Nacional de Pesquisa da Tailândia, entre outros. Em Portugal, foi distinguida na feira Securex 2017 como produto inovador, tendo sido apresentada na Liga de Bombeiros, à ANPC e outras entidades ligadas à segurança. Esta bola extintora de incêndios tem um custo recomendado de 120 euros.


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Parece ficção científica mas é tecnologia portuguesa


Com a eletrónica transparente e do papel, duas grandes apostas, a equipa do CENIMAT, da Universidade Nova, está a tornar real o que há alguns anos pareceria ficção.

Sentados lado a lado, num gabinete do Centro de Investigação de Materiais (CENIMAT), no pólo da Caparica da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade Nova, Elvira Florindo e Rodrigo Martins vão descrevendo, com a mesma naturalidade com que comentariam o calor que se faz sentir naquela tarde de Verão, uma série de inovações tecnológicas que há meia dúzia de anos teriam feito corar de inveja o mais criativo autor de ficção científica.

Circuitos eletrónicos transparentes, que permitem transformar uma janela ou a montra de uma loja num display onde é possível reproduzir vídeos e todo o tipo de informações. Embalagens de papel "inteligentes" que, interagindo com a tecnologia near field communication (comunicação por campo de proximidade), presente na maioria dos mais recentes telemóveis, podem dar informações sobre o estado de conservação de determinado produto, detetando inclusivamente sinais de deterioração ou a presença de bactérias. Ou então confirmar se o que se encontra no interior corresponde ao que de facto o cliente encomendou.

O curioso é que muito do que os dois cientistas descrevem - e que resulta do trabalho do laboratório em que são as duas principais referências - já existe na realidade.

A eletrónica transparente, assume Elvira, foi a primeira a fazer o seu caminho até à indústria. "Não foi tão disruptiva em termos de aplicação como a eletrónica de papel", explica. "Já há uma série de equipamentos , nomeadamente telemóveis e as novas televisões a Oled, que incorporam parte dessa tecnologia."

A tecnologia permite, por exemplo, produzir semicondutores invisíveis, em vez dos tradicionais de silício, para controlar os pixels que dão a imagem. Uma solução que será utilizada de forma mais ampla nos displays da nova geração de telemóveis da Samsung - empresa com a qual o laboratório partilha várias patentes. Também a LG já investiu em conceitos do laboratório que poderão, a curto prazo, resultar em gadgets inovadores.

A eletrónica de papel valeu ao CENIMAT muito destaque na imprensa e inúmeros prémios nacionais e internacionais mas, em termos de aplicações industriais, ainda está numa fase mais atrasada. "Foi uma invenção e é uma área mais disruptiva porque não havia propriamente qualquer coisa [na indústria] para nós otimizarmos", explica Elvira Fortunato.

McDonalds e Casa da Moeda

O certo, lembra Rodrigo Martins, é que começam a surgir grandes empresas interessadas. "Uma das aplicações que eu penso que é quase imediata - aliás a McDonalds pretende fazer isso e já nos contactou - é o sistema das embalagens, fazer o trecking. Quando se vai ao MC Donalds, entre 20% e 30% do que está no pacote e aquilo que você encomendou não corresponde, sobretudo no drive in) e nessa situação significa que é importante fazermos o tracking e saber o que está no pacote é exatamente aquilo que eu encomendei".

As potencialidades da tecnologia para a produção de documentos de alta segurança também despertaram o interesse da Imprensa Nacional Casa da Moeda, com a qual o laboratório assinou dois grandes contratos. "Estamos a trabalhar, por exemplo, para o próximo passaporte. O passaporte português já é dos mais seguros do mundo e será ainda mais seguro com a nossa tecnologia incutida. A Chronopost é outra parceira em negociações, com interesse no tracking de encomendas postais."

Mas mesmo com todo o interesse suscitado, o potencial da eletrónica de papel ainda mal começou a ser explorado. Entre os conceitos desenvolvidos ou em desenvolvimento no CENIMAT estão exames médicos de baixo custo e impacto ambiental nulo. Ou ainda o PaperE, cujo nome assumidamente inverte a tendência da migração do papel para as plataformas digitais: é um jornal descartável, numa única folha de papel, com um display e um botão que permite ir mudando as páginas. Se a ideia lhe recorda a célebre publicação lida pelos feiticeiros criados por J.K Rowling, acertou em cheio.

"Por vezes a ficção científica serve-nos de inspiração", assume Elvira Fortunato. "Se o [filme] Minority Report influenciou a eletrónica transparente, o Harry Potter deu-nos algumas ideias para a eletrónica de papel."

O que não é ficção científica - embora possa parecer - é o conjunto de componentes eletrónicas que os cientistas do laboratório já desenvolveram recorrendo a este material. Depois dos transístores de papel têm surgido outras inovações. Atualmente a equipa tem projetos em curso para a captação de energia solar, recorrendo para os "painéis" ao mesmo material utilizado no forro das embalagens da Tetra Pak. E está a testar uma bateria em papel que - em vez do caro e raro lítio - utilizará...sódio.

Atualmente, o laboratório acumula - por sua conta ou em parcerias com a indústria - um total de 45 patentes internacionais. Nove em cada dez euros aplicados nas suas atividades resultam de fontes não estatais e são obtidos de forma competitiva, através de provas de conceito para a indústria, outros serviços prestados - nomeadamente testes a produtos - e a captação de fundos internacionais. Só em bolsas do European Research Council, ultrapassaram os seis milhões de euros nos últimos anos.

Fonte: DN

NASA tem tudo pronto para mostrar eclipse solar de forma nunca antes vista


O acontecimento de dia 21 de agosto vai ter transmissão em direto para todo o mundo, via TV, online, redes sociais e aplicações, "com pontos de vista únicos”.

O eclipse da próxima segunda-feira está a ser preparado com todo o pormenor pela Agência Espacial Norte-Americana. Nos Estados Unidos o eclipse solar vai ser total, algo que não acontecia há 99 anos, ou seja desde 1918.

A NASA diz ter para mostrar “pontos de vista únicos a partir do solo e de aeronaves e outros, incluindo a Estação Espacial Internacional”, durante os cerca de dois minutos que irá durar o fenómeno. Também há balões a alta altitude, satélites e telescópios especiais ao serviço da recolha de imagens.

A transmissão em direto pode ser vista via app da NASA para iOS ou Android ou através do Facebook Live, do Twitter ou do YouTube, entre outras formas. Os live video streams vão estar disponíveis a partir desta página.

O eclipse solar nos Estados Unidos vai causar uma faixa de escuridão total por 113 km, percorrendo 14 estados norte-americanos, desde Oregon à Carolina do Sul.

Em Portugal o fenómeno será apenas parcial, uma vez que o território ficará na penumbra da Lua. “Na maioria do território nacional, o eclipse parcial será pouco percetível pois começa quando o Sol já se encontra próximo do ocaso, altura em que as imagens dos astros apresentam más condições de observação”, refere o Observatório Astronómico de Lisboa.

Em algumas localidades, o ocaso dá-se antes do eclipse atingir o máximo de magnitude, enquanto noutras ainda será possível ver o instante do máximo, mas apenas nos Açores o eclipse parcial vai ser visível desde o seu início até ao fim, apesar de também aí o sol estar já baixo no horizonte, explica a mesma entidade.

Em Portugal Continental o pico do fenómeno acontece às 20h23, com a cobertura da superfície solar a atingir os 19%.


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Por que a NASA lançará grandes balões com bactérias durante o eclipse


O eclipse solar que acontecerá na próxima segunda-feira vai oferecer para muita gente uma belíssima vista. Quando a Lua bloquear completamente a visão do Sol, o fenómeno será visível por até 160 segundos de qualquer localidade na América do Norte (o eclipse parcial poderá ser visto em locais da África, Europa e ao norte da América do Sul, incluindo trechos do Brasil, segundo a BBC). E para tornar as coisas ainda mais legais, a NASA – em colaboração com pesquisadores da Universidade Estadual de Montana – vai aproveitar a oportunidade para lançar alguns balões gigantes durante o evento.

Os cientistas não estão enviando esses balões porque eles estão muito entusiasmados com o eclipse, embora eles também estejam (provavelmente). Os enormes balões são parte de um projecto chamado “Eclipse Ballooning Project“, e será utilizado para realizar diversos experimentos, um deles que pode ajudar os pesquisadores no preparo para a missão para Marte.

Da frota total de praticamente 75 balões, mais de 30 deles irão levar pequenas amostras de uma variedade extremamente resistente de bactéria, chamada Paenibacillus xerothermodurans, a mais de 24 quilómetros acima da Terra. As amostras de P. xerothermodurans serão incorporadas a “cupons” de alumínio, bem finos e colocados na parte de fora do balão. De acordo com os pesquisadores, a estratosfera da Terra é similar à atmosfera da superfície de Marte, então eles conseguirão ter alguma ideia de como essa bactéria iria se comportar lá.


“Temos que ser extremamente cuidadosos para não levarmos bactérias ou outros pequenos organismos da Terra para outros planetas”, disse ao Gizmodo a líder do projeto, Angela Des Jardins, diretora do Montana Space Grant Consortium (MSGC). “Enquanto a maioria dessas pequenas formas de vida que existem em abundância ao redor de nós não sobreviveria em uma viagem através do espaço, é sabido que alguns tipos resistentes podem ‘ficar dormentes’ durante a viagem e entrar sobreviver na superfície de outro planeta. Além disso, para estar preparado para manter os planetas que visitarmos intactos, é importante entender como uma bactéria se comportaria lá”.

Além de estudar algumas bactérias, os balões terão câmaras para capturar vídeos. A equipe espera que o material seja útil para cientistas que procuram entender a formação de nuvens durante o eclipse solar. Alguns balões também irão carregar pequenas estações de meteorologia, chamados rádio sondas, com os quais os pesquisadores poderão utilizar depois para estudar como a atmosfera da Terra responde a um eclipse.

“Antecipamos ter vídeo de alta qualidade e imagens dentro de um ou dois dias depois do voo dos balões”, disse Jardins. “Análises do experimento da bactéria serão realizados por cientistas da Cornell e provavelmente levarão um ou dois meses para os resultados ficarem prontos. Análises sobre a resposta atmosférica ao eclipse (a partir da série de balões meteorológicos especiais) também levarão um ou dois meses”.

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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Bóia telecomandada inventada em Portugal salva vidas em todo o mundo

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Inventada em Portugal pela empresa Noras Performance de Torres Vedras, a U-Safe é a primeira bóia salva-vidas telecomandada do mundo, e vai conquistar o mercado internacional este ano. A Noras é uma das parceiras da Volvo Ocean Race 2017/18, e a sua invenção vai ser mostrada ao mundo em todos os portos onde esta competição vai parar, passando por todos os continentes.

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De acordo com a marca portuguesa, a U-Safe tem o seu próprio sistema de propulsão, é telecomandada desde uma grande distância, e consegue funcionar em condições adversas, incluindo ondulação com uma amplitude elevada. Tem também um sistema de navegação, e não necessita de treino especial para ser operada, embora o seu peso de 8 kg possa exigir que seja carregada por uma pessoa em boa forma física.

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Estas bóias podem salvar náufragos em circunstâncias mais difíceis que o habitual, já que a U-Safe consegue atingir uma distância máxima de três milhas (5,5 km), com uma autonomia de 40 minutos e uma velocidade máxima de 15 nós (28 km/h). No regresso, pode carregar um máximo de 200 kg, ou seja, duas a três pessoas normais, dependendo do peso de cada uma.

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Descoberta inexplicável em Marte deixa os astrónomos perplexos

Marte (ilustração)

Os investigadores da Universidade de Durham (Reino Unido) descobriram grandes reservas de gelo no equador do Planeta Vermelho após terem analisado as imagens recebidas pelo satélite Mars Odyssey.

Esta descoberta revela que anteriormente Marte girava praticamente "deitado" de lado, segundo um artigo da revista científica Icarus.

Jack T. Wilson, um dos autores do estudo, admite que os cientistas sabiam da presença de vestígios de água "recentes" nas latitudes temperadas de Marte. No entanto, o facto do gelo se encontrar precisamente no equador do planeta — a área mais quente — foi especialmente surpreendente.

Além disso, segundo os dados que a ciência dispõe actualmente, não devia ter havido gelo no equador do planeta pelo menos durante nos últimos 3 biliões de anos.

Wilson comentou que, levando em consideração esta última descoberta, Marte provavelmente girou com um eixo de inclinação de 45 graus. De outra maneira, as reservas de gelo teriam sido incapazes de se formar.

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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Investigadores aproveitam espinhas de peixe para criar sensores óticos

Investigadores aproveitam espinhas de peixe para criar sensores óticos

Investigadores do Porto estão a aproveitar espinhas e cartilagens de peixes para criar em sensores óticos que podem ser utilizados para monitorizar o ambiente e analisar produtos químicos.

Os ossos e as cartilagens do peixe são especialmente ricos em determinados biopolímeros [polímeros produzidos por seres vivos, como a celusose e o amido] denominados por glicosaminoglicanos (GAG)", disse à Lusa o investigador Manuel Augusto Azenha, da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP), entidade que lidera o projeto.

De acordo com o também professor da FCUP, os GAG são estruturas químicas flexíveis, capazes de adotar uma nova forma em função dos materiais ou susbstâncias com as quais entra em contacto, como é o caso dos poluentes ambientais e dos fármacos.

"Os GAG podem ser vistos como um fio", explicou o investigador, acrescentando que se esse fio "for atraído por uma substância, ele irá envolvê-la de uma maneira única, assumindo assim uma forma que dependerá do tamanho, geometria e outras características dessa substância".

A nova forma que o GAG adquire pode posteriormente ser "memorizada" e utilizada na construção de sensores óticos, que são dispositivos capazes de, em tempo real, indicar a presença e o teor daquela mesma substância, por exemplo, numa água natural ou num efluente industrial.

Os desperdícios utilizados no projeto são recolhidos na indústria pesqueira ou conserveira da região de Vigo, pelo Instituto de Investigações Marinhas (IIM-CSIC) de Vigo, um dos parceiros nesta investigação, responsável também pela extração e purificação dos GAG presentes nos desperdícios.

Tendo como data de conclusão junho de 2020, este projeto insere-se num plano de atividades do Centro Multipolar de Valorização de Recursos Marinhos, coordenado pela Universidade do Minho, é e liderado por investigadores da FCUP e do Centro de Investigação em Química da Universidade do Porto (CIQUP).

Para além do Instituto de Investigações Marinhas (IIM-CSIC), de Vigo, participa ainda no projeto a Sarspec, empresa portuguesa especializada em espectroscopia.

É financiado pelo POCTEP - Programa de cooperação transfronteiriça Espanha-Portugal.

Fonte: NM

Por que o próximo eclipse solar é tão importante? A NASA explica

Eclipse solar (imagem referencial)

Em 21 de agosto os moradores dos EUA irão observar, pela primeira vez em 99 anos, um eclipse solar completo. O fenómeno durará mais de dois minutos. Mas o que torna esse acontecimento num evento tão especial?

Muitos cientistas estão esperando com impaciência o eclipse para observar os efeitos da perda súbita de radiação solar ultravioleta.

O eclipse desconectará a fonte da ionosfera [a parte da atmosfera terrestre permanentemente ionizada devido à fotoionização provocada pela radiação solar].

Durante o eclipse esta capa passará das condições diurnas às nocturnas e vice-versa, revela o especialista da Universidade de Colorado, o astronauta Bob Marshall.

Os cientistas da NASA consideram que esse eclipse de duração recorde é "uma experiência realizada e oferecida amavelmente pela natureza".

Segundo antes foi informado, em 21 de agosto de 2017, a agência espacial norte-americana irá lançar dois bombardeiros WB-57F para perseguirem a sombra da Lua durante o eclipse solar. Esta, por sua vez, atinge a velocidade de 4.000 quilómetros por hora.

Espera-se que os bombardeiros modificados WB-57F permitam aos cientistas observar o eclipse durante mais um minuto e dez segundos.

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Cometa poderia mudar trajectória e ameaçar a Humanidade

Visão artística de coalisão do cometa Swift-Tuttle com a Terra

Segundo o astrónomo Ethan Siegel, existe a possibilidade de que a gravitação de Júpiter acelere o cometa Swift-Tuttle, fazendo-o se dirigir para a Terra e provocar uma explosão 30 vezes mais potente do que a que pôr fim aos dinossauros.

O cometa Swift-Tuttle, que provocou a chuva de meteoritos das Perseidas, poderia mudar sua trajectória em 4479, depois de passar perto de Júpiter e voar em direcção da Terra.

"Se Júpiter provocar pelo menos um pequeno golpe gravitacional, o cometa poderia se dirigir em direcção ao Sol e rumar directamente ao nosso planeta. Se isso acontecer — e existe uma possibilidade real de que tal ocorra dentro de 2400 anos — será a maior extinção em massa que nosso mundo viverá em centenas de milhões de anos", avisa Siegel no seu artigo escrito para o jornal Forbes.

A possibilidade de um fragmento de 36 km de diâmetro, composto por rochas e gelo, destruir nosso planeta é muito pequena. No entanto, se o cometa "acertar o alvo", os dias da humanidade estarão contados, pois o impacto será semelhante à explosão de 20 bombas de hidrogénio.

De qualquer forma, os astrónomos estão seguros que o cometa Swift-Tuttle não representa ameaça — sua órbita poderá mudar nos próximos 2500 anos. Não obstante, os cientistas reconhecem que este é o corpo celeste mais perigoso para a Humanidade no Sistema Solar.

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